Por que o homem mais rico do mundo escolheu o nome ‘Amazon’ para seu negócio

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Jeff Bezos, fundador da Amazon. (Foto: Getty Images)
Jeff Bezos, fundador da Amazon. (Foto: Getty Images)

Quando fundou a Amazon, em julho de 1995, o hoje empreendedor bilionário Jeff Bezos já tinha uma boa ideia de onde ele queria chegar com o seu negócio, lançado em uma garagem, bem ao estilo Vale do Silício.

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A internet ainda engatinhava, mas a velocidade de sua expansão deixava claro o potencial da rede para fazer negócios, e ganhar dinheiro. E essa visão de Bezos fica clara no nome escolhido por ele para batizar sua então livraria digital: “Amazon”.

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O autor Brad Stone, que escreveu um livro sobre a empresa hoje multibilionária, conta essa história. Segundo ele, inicialmente, ela se chamaria “Cadabra”, uma referência à palavra supostamente usada em rituais de magia. Mas um advogado de Bezos o aconselhou a mudar de ideia, pois a referência seria muito “obscura”.

O hoje homem mais rico do mundo segundo a lista da Forbes aceitou o conselho, e colocou-se a pesquisar.

Segundo Stone, Bezos simplesmente abriu o dicionário e começou a vasculhar a letra “a”, pois em uma época em que as listagens online ainda ocorriam por ordem alfabética, ele queria ter vantagem sobre eventuais concorrentes, e aparecer em primeiro.

Deparou-se com “Amazon”, o maior rio do mundo, que se espalha por Brasil, Colômbia e Peru.

Aí fica registrada a visão de Bezos para seu negócio: ele admite que pensou que o nome do maior rio do mundo seria perfeito para nomear a empresa que ele começava a construir, que teria a “maior seleção de produtos do mundo”.

Ele viu essa oportunidade de conectar um símbolo abundância e “gigantismo” à sua startup, e hoje parece que a escolha não poderia ter sido mais acertada, pelo tamanho que a Amazon atingiu. E continua crescendo.

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