Por que universidades da Europa estão banindo carne bovina de seus restaurantes

Luiza Belloni

Uma das universidades mais antigas do mundo, a Universidade de Coimbra, em Portugal, informou recentemente que vai banir carne bovina de seus restaurantes a partir de janeiro de 2020. 

O anúncio foi feito pelo reitor Amílca Falcão nesta semana e não é o único. Na verdade, a universidade portuguesa segue uma tendência europeia. 

No início de agosto, a Goldsmiths, da renomada Universidade de Londres, informou que deixou de vender nos campus hambúrgueres e outros produtos bovinos. Agora em setembro, carne não é mais encontrada nos cafés, mercados e restaurantes da universidade. 

Também neste mês deste ano, foi a vez da Universidade de Cambridge dar um basta em bifes, hambúrgueres e outros produtos que levam carne bovina, e também carne de cordeiro. Eles serão substituídos por produtos à base de plantas. 

O que está por trás de todas estas medidas? A preocupação com o clima

Complexo antigo da Universidade de Coimbra, uma das mais antigas do mundo

“Vivemos um tempo de emergência climática e temos de colocar uma trava nesta catástrofe ambiental anunciada”, disse o reitor Falcão, de Coimbra, às centenas de alunos. Sem carne bovina, as cantinas vão servir outros alimentos que ainda estão em estudo, igualmente nutritivos. 

A medida, continuou o reitor, é uma forma de diminuir a “fonte de maior produção de CO2 que existe ao nível de produção de carne animal”, que é a carne de boi.

De fato, a comunidade científica e órgãos não-governamentais, como a ONU, têm chamado atenção para a diminuição do consumo de carne para frear o aquecimento global. 

Isso porque a agropecuária ― principalmente a carne bovina ― é um dos grandes responsáveis pelas emissões de gases do efeito estufa. 

“Eu creio que o maior impacto é a conscientização das pessoas para o problema”, disse o reitor Amílca Falcão. E completou:

O que é mais dramático é ver os líderes mundiais não perceberem que está em jogo o futuro do planeta e dos nossos jovens, dos nossos filhos e netos e, isso, é muito...

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    Bivar é alvo de buscas da PF no caso dos laranjas do PSL, partido de Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (15) mandados de busca e apreensão em endereços em Pernambuco ligados ao deputado federal Luciano Bivar, presidente do PSL, em investigação sobre o esquema das candidaturas de laranjas revelado pela Folha de S.Paulo. O PSL é o partido do presidente da República, Jair Bolsonaro. Os mandados foram autorizados pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado, atendendo pedidos da polícia e do Ministério Público.  A casa de Bivar no Recife e a sede do partido estão entre os alvos. O parlamentar ainda não se manifestou sobre a operação. Endereços de três candidatas, Maria de Lourdes Paixão, Érika Santos e Mariana Nunes, e de duas gráficas, Itapissu e Vidal, bem como seus representantes, também tiveram busca e apreensão. O laranjal do PSL, como ficou conhecido, foi revelado pela Folha de S.Paulo em uma série de publicações desde o início do ano. A PF abriu investigações após as reportagens. O esquema deu início a uma crise na legenda e tem sido um dos elementos de desgaste entre o grupo de Bivar e o de Jair Bolsonaro, que ameaça deixar o partido.  Em fevereiro, o jornal mostrou que o grupo de Bivar criou uma candidata de fachada em Pernambuco que recebeu do partido R$ 400 mil de dinheiro público na eleição de 2018. Maria de Lourdes Paixão, 68, que oficialmente concorreu a deputada federal e teve apenas 274 votos, foi a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, mais do que o próprio presidente Jair Bolsonaro e a deputada Joice Hasselmann (SP), essa com 1,079 milhão de votos.  À época, a Folha de S.Paulo visitou os endereços informados pela gráfica na nota fiscal e na Receita Federal e não encontrou sinais de que ela tenha funcionado nesses locais durante a eleição. Em outra reportagem, o jornal também revelou que o partido liberou R$ 250 mil de verba pública para a campanha de Érika Santos, uma assessora da legenda, que repassou parte do dinheiro para a mesma gráfica. Ela declarou ter utilizado o restante dos recursos em uma outra empresa, uma gráfica de pequeno porte, a Vidal, de um membro do diretório estadual do PSL. Durante a eleição, Érika assessorava Gustavo Bebianno, presidente interino da legenda, que virou ministro de Bolsonaro. Ele foi demitido em meio à repercussão do caso. A Vidal foi a empresa que mais recebeu verba pública do partido em Pernambuco nas eleições. Sete candidatos declararam ter gasto R$ 1,23 milhão dos fundos eleitoral e partidário na gráfica Vidal, que nunca havia participado de uma eleição e funciona em uma pequena sala na cidade de Amaraji, interior de Pernambuco. Na semana passada, Bolsonaro detonou a crise ao falar que Bivar está "queimado pra caramba". Instalado o conflito, o líder da legenda devolveu um tom abaixo: "Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade". Segundo reportagem da Folha de S.Paulo publicada no início deste mês, um depoimento e uma planilha obtidos pela Polícia Federal sugerem que recursos de esquema de candidaturas laranjas do PSL foram desviados para abastecer, por meio de caixa dois, a campanha do presidente e do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio --indiciado pela PF e denunciado pelo Ministério Público por três crimes no esquema dos laranjas.  Marionetes A operação desta terça-feira ganhou o nome de Guinhol, fazendo referência a um marionete, personagem do teatro de fantoches criado no século 19. A polícia apura se as candidatas foram criadas apenas para a movimentação de recursos de forma ilegal. Segundo nota da Polícia Federal, as medidas buscam esclarecer se houve "burla ao emprego de recursos" de recursos às candidatas mulheres, "havendo indícios de que tais valores foram aplicados de forma fictícia objetivando seu desvio para livre aplicação do partido e seus gestores".  Ainda de acordo com o texto, o inquérito apura as práticas de três crimes, "pois representantes locais de determinado partido político teriam ocultado/disfarçado/omitido movimentações de recursos financeiros oriundos do fundo partidários, especialmente os destinados às candidaturas de mulheres, após verificação preliminar de informações que foram fortemente difundidas pelos órgãos de imprensa nacional". RAIO-X DO PSL 271.195 filiados (em ago.19) 3 governadores (SC, RO e RR), de um total de 27 estados 53 deputados federais, de 513; 2ª maior bancada, atrás da do PT (54) 3 senadores, de 81; a maior bancada, do MDB, tem 13 R$ 110 mi - repasses do fundo partidário em 2019 (estimativa)

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    Governo quer ajuda do cidadão para fiscalizar serviços e obras

    Ao mesmo tempo em que adota medidas para reduzir a máquina pública, o governo federal tem buscado cada vez mais a ajuda dos cidadãos no papel de fiscal de serviços e obras públicas, por meio de mecanismos tecnológicos como aplicativos para celulares. Alguns detalhes dessa estratégia são tema da entrevista do secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, para o programa Brasil em Pauta, da TV Brasil. A exibição do programa será hoje (15), às 22h. Na entrevista concedida ao jornalista Paulo La Salvia, o secretário disse que cinco das 29 modalidades diferentes de transferência de recursos da União para estados, municípios e organizações da sociedade civil já estão integradas à Plataforma +Brasil, e que até 2022 todas as outras 24 estão dentro da mesma “solução tecnológica”.A plataforma conta com três aplicativos que permitem o acompanhamento, em tempo real, das transferências e da aplicação dos recursos federais. Eles estão disponíveis nas principais plataformas para celulares e no site.O primeiro aplicativo é voltado a gestores municipais, estaduais e federais. O segundo, a fiscais desses instrumentos de transferências, responsáveis pelo acompanhamento da obra. O terceiro aplicativo é dirigido aos cidadãos.“A gente sabe que o controle efetivo é o controle social, que é feito pelo cidadão. Então as mesmas funcionalidades que o fiscal tem, o cidadão também tem, para acompanhar, por exemplo, o asfaltamento da sua rua; o equipamento que vai para o hospital de sua cidade. Ele pode, por meio do aplicativo, bater fotos e fazer denúncias. Tudo é georreferenciado e automaticamente inserido na plataforma, de forma a permitir acompanhamento em tempo real”, detalhou o secretário.Outra medida destacada pelo secretário, no sentido de melhorar a gestão de recursos públicos foi o TaxiGov, serviço de transporte para servidores e colaboradores da administração pública federal. Segundo ele, a implantação do serviço na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, já resultou em uma economia de 65% nos gastos, o que equivale a R$ 17 milhões em apenas um ano. Por questão de segurança, apenas carros oficiais de ministros e de secretários executivos foram mantidos.“Até então, cada órgão comprava veículos, contratava motorista, manutenção e combustível, e tinha toda uma estrutura de gestão para ter uma frota própria. Nós substituímos tudo isso por um serviço que credencia cooperativa de táxis, que fornecerá aplicativo semelhante a esses que usamos na vida pessoal. O motorista é chamado pelo aplicativo, faz o deslocamento e o ministério paga apenas pelo serviço prestado. Isso traz uma economia brutal para os cofres públicos”, disse o secretário durante a entrevista ao Brasil em Pauta.

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    Agência Brasil

    Procon-RJ realiza mutirão para renegociação de dívidas

    Dívidas com concessionárias de serviços públicos, empresas de telefonia, bancos e outras companhias poderão ser renegociadas nesta semana em um mutirão realizado pelo Procon Estadual do Rio de Janeiro (Procon-RJ). O horário de atendimento é das 9h às 15h, e os consumidores devem ficar atentos a quais empresas estarão disponíveis em cada dia de atendimento.O local de negociação será a sede da autarquia, na Avenida Rio Branco, 25, quinto andar. O Procon pede que os clientes levem documento de identificação com foto e CPF, e, caso já haja reclamação registrada, algum comprovante que possa facilitar o atendimento.Não podem ser negociadas no evento dívidas referentes à compra de carros e imóveis. Para serem negociáveis, os débitos também precisam ter sido contraídos ao menos 60 dias antes do mutirão.Nesta segunda-feira, foi o dia de renegociar dívidas com empresas de telefonia (Oi, Vivo, Claro, Tim e Embratel), com a operadora de saúde Unimed Rio e com a NET. Amanhã (15), será possível negociar com as concessionárias de energia (Light e Enel), com a de gás (Naturgy) e com a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).No restante da semana, será a vez de renegociar com bancos e instituições financeiras. Estarão à disposição: na quarta, Bradesco, Bradesco Saúde e Banco do Brasil; na quinta, Itaú, BMG e Crefisa; e na sexta, Caixa Econômica Federal e Santander.O presidente do Procon Estadual, Cássio Coelho, conta que este é o quinto mutirão do ano, mas, desta vez, há uma gama mais ampla de empresas disponíveis para negociação. É exigida como condição de participação para as empresas a disposição de oferecer propostas melhores que as apresentadas em situações normais.Coelho conta que, além no desconto no valor total da dívida, é possível obter parcelamentos e contestar cobranças que o consumidor considere abusivas."No mutirão passado, tivemos consumidores que conseguiram descontos de mais de 90%", diz ele.Pessoas com dificuldade de locomoção e idosos também poderão buscar atendimento no Procon Móvel. As vans da autarquia atenderão apenas a esse público no mesmo horário de atendimento da sede do Procon. Os veículos estarão estacionados em Niterói, entre o Shopping Bay Market e o Terminal Rodoviário João Goulart, e em Nova Iguaçu, na Praça Rui Barbosa, no início do Calçadão.

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    Folhapress

    Workshop debate benefícios à saúde mental por contar histórias

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Associação Viva e Deixe Viver (Viva), organização não governamental que congrega mais de mil voluntários responsáveis por contar histórias em 91 hospitais do país, promove na sexta (18) e no sábado (19) a 12ª edição do workshop "A Descoberta do Brincar e Contar Histórias na Saúde Mental". Voltado a estudantes, voluntários e profissionais da saúde e do terceiro setor, o workshop oferece certificado aos participantes e uma programação com palestras, oficinas e roda de conversa. Para participar, basta se inscrever pelo site (https://vivaedeixeviver.typeform.com/to/whHjhS). O investimento é de 60 reais, para o público em geral, e de 30 reais para estudantes, colaboradores do complexo do Hospital das Clínicas e voluntários da Associação Viva e Deixe Viver. O evento acontece pela primeira vez na Escola de Enfermagem da USP (Universidade de São Paulo), que abriu as suas portas para a discussão do tema. O workshop tem o intuito de reforçar a importância do brincar e da contação de histórias como atividade terapêutica, incentivar a prática de atividades lúdicas no tratamento de crianças e adolescentes com transtornos mentais, além de aproximar a sociedade civil dos profissionais de instituições de referência. A iniciativa conta com apoio do Ministério da Cidadania e do Instituto Helena Florisbal, que desde 2015 atua como parceiro da Viva nesta atividade. A abertura oficial será feita na quinta-feira (17), das 19 às 21h, com uma palestra magna ministrada por Valdir Cimino, presidente da Associação Viva e Deixe Viver e membro da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais. Além dele, representantes de outras organizações e profissionais da saúde participarão da abertura.

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    Agência Brasil

    Tratamento para doenças raras precisa de investimentos em pesquisa

    O sistema público de saúde não está preparado para tratar pacientes de doenças raras, segundo avaliação de Antoine Daher, cientista político e presidente da Casa Hunter – organização não governamental dedicada aos pacientes com doenças raras. “Não está totalmente preparado, mas está se preparando, através de várias políticas públicas, portarias, incorporação das novas tecnologias. Ainda estamos no início, temos que acelerar mais”, disse durante a entrega do Prêmio Gente Rara neste domingo (13), na capital paulista.Daher ressaltou que só se pode avançar na questão com investimento em pesquisa e em novos tratamentos. Para ele, a atenção governamental para o tema é um desafio. “Só a união de todos os interessados – a indústria farmacêutica, gestores públicos, que representam o ministério da saúde, secretaria de saúde, associação de pacientes, a comunidade científica – para traçar um novo desenho, através de transferência de tecnologia, baratear um pouco o custo e a [realização] de pesquisa clínica no país. Tem que ser feitas pesquisas no país”, disse.Os premiados no evento deste ano foram o cartunista Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica, o maestro João Carlos Martins e o secretário municipal para Pessoa com Deficiência da cidade de São Paulo, Cid Torquato. O prêmio reconhece o trabalho de pessoas que se destacam defendendo a causa das doenças raras. O ministro da Justiça Sergio Moro estava presente na cerimônia.Classificação de doença raraUma doença é classificada rara quando sua incidência é de até 65 por 100 mil habitantes. A estimativa, segundo a Casa Hunter, é que de 420 a 560 milhões de pessoas no mundo sejam acometidos por um desses distúrbios, sendo 13 milhões no Brasil.De acordo com o Ministério da Saúde, o número exato de doenças raras não é conhecido, mas estima-se que existam entre 6 mil a 8 mil tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo. Um dos exemplos de doença rara é a fibrose pulmonar idiopática (FPI), que atinge de 13 a 18 mil brasileiros, não tem cura e é mais comum em pessoas acima de 50 anos. A doença leva ao enrijecimento dos pulmões por meio da formação de cicatrizes.Qualidade de vidaAlguns dos objetivos do movimento encampado pela Casa Hunter é a melhora da qualidade de vida dos pacientes e a oferta de um tratamento eficaz, além de buscar soluções junto aos gestores públicos devido ao alto custo desses tratamentos. “Está chegando para o Brasil, para o mundo inteiro, terapias novas, terapias avançadas, que também trazem cura de doenças que eram consideradas sentença de morte para muitos pacientes e hoje se fala de cura desses pacientes. Só que ao mesmo tempo essa cura é muito cara”, disse Daher.“Em um evento desses a gente destaca esses desafios que temos que enfrentar, como podemos fazer um desenho novo de uma política pública nova, que traz conforto para as famílias e ao mesmo tempo traz sustentabilidade para o nosso governo”, disse.Na avaliação de Daher, o Brasil tem capacidade de ter próprias patentes dos tratamentos para doenças raras. “Por que importamos todas as patentes de fora e não podemos ter as próprias patentes? Esses são os desafios que vamos enfrentar nos próximos dez anos”.

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    Os moçambicanos comparecem às urnas nesta terça-feira, em um clima tenso, para eleições gerais que podem obrigar o partido no poder desde 1975 a ceder parte do controle de um país debilitado pela crise econômica e os conflitos armados.

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    PF deflagra operação para investigar crimes eleitorais em Pernambuco

    A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (15) a Operação Guinhol para investigar crimes eleitorais e associação criminosa envolvendo integrantes de um partido político. Desde as primeiras horas da manhã, policiais federais cumprem mandados judiciais em endereços ligados aos investigados.O inquérito policial foi instaurado por requisição do Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco (TRE-PE) para cumprir nove mandados de busca e apreensão.Os investigados teriam “ocultado/disfarçado/omitido movimentações de recursos financeiros oriundos do fundo partidário, especialmente os destinados às candidaturas de mulheres, após verificação preliminar de informações que foram fartamente difundidas pelos órgãos de imprensa nacional”.Segundo a PF, os mandados visam esclarecer se teria havido "burla ao emprego dos recursos destinados às candidaturas de mulheres, tendo em vista que ao menos 30% dos valores do Fundo Partidário deveriam ser empregados na campanha das candidatas do sexo feminino, havendo indícios de que tais valores foram aplicados de forma fictícia objetivando o seu desvio para livre aplicação do partido e de seus gestores”, diz a PF.O nome da operação, Guinhol, faz referência a uma marionete, personagem do teatro de fantoches criado no século 19, “diante da possibilidade de candidatas terem sido utilizadas exclusivamente para movimentar transações financeiras escusas”.

  • Notícias
    Folhapress

    Lenín Moreno anuncia inicio de diálogo e mantém toque de recolher

    QUITO, EQUADOR (FOLHAPRESS) - O presidente do Equador, Lenín Moreno, fez um pronunciamento em cadeia nacional na noite do sábado (12) em que afirmou que o diálogo com as lideranças indígenas começará já neste domingo (13) e no qual seria possível rever aspectos do polêmico decreto da retirada do subsídio aos combustíveis. Moreno voltou a afirmar que os grupos indígenas estariam infiltrados por "forças obscuras relacionadas ao ex-presidente Rafael Correa e ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, em cumplicidade com o narcoterrorismo e com cidadãos estrangeiros." Moreno afirmou que o toque de recolher em Quito continuará até um próximo aviso. Os habitantes da cidade não podem circular por vários trechos da cidade e o Exército fará o controle da mobilidade urbana. A estrada que liga Quito ao aeroporto está fechada e só podem passar os que têm permissão de viagem concedida pelo governo. O pronunciamento do presidente ocorreu logo depois de um panelaço promovido pelos cidadãos, às 20h30 (22h30 de Brasília) e que se fez ouvir em vário bairros da cidade.

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    Agência Brasil

    Natal sem Fome pretende arrecadar 2 mil toneladas de alimentos

    A organização Ação da Cidadania lançou hoje (13) a Campanha Natal sem Fome 2019. A meta deste ano é arrecadar 2 mil toneladas de alimentos não perecíveis, para serem distribuídas às famílias necessitadas às vésperas da festa cristã. O lançamento ocorreu no parque do Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio, onde uma mesa de um quilômetro expôs alimentos que foram doados para a população. O diretor executivo da Ação da Cidadania, Kiko Afonso, explica que em 2014 o Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas, quando o número de brasileiros abaixo da linha da miséria ficou menor do que 5 milhões. Porém, com a crise o número de necessitados voltou a crescer e chegou a 15 milhões em 2017, quando a organização decidiu voltar a fazer a campanha para arrecadar alimentos, depois de 10 anos focando outras iniciativas.Segundo a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada em dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017 o Brasil tinha 15,2 milhões de pessoas vivendo em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda inferior a US$ 1,90 por dia, ou R$ 140 por mês, indicador proposto pelo Banco Mundial. O número representava 7,4% da população. Em 2016 eram 6,6% abaixo dessa linha, com 13,5 milhões de pessoas.A campanha Natal sem Fome tem apoio da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e do Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (PMA). Afonso destaca que a população tem respondido ao chamado da solidariedade.“A mobilização nos anos anteriores foi muito boa. Em 2017 a gente decidiu muito em cima da hora, começamos a mobilizar em setembro e chegamos a 500 toneladas de alimentos. Foi muito positivo, conseguimos alimentar 450 mil pessoas no Brasil inteiro. No ano passado a meta era chegar a 2 mil toneladas, mas chegamos 1,1 mil toneladas, mais que o dobro de 2017, alimentado quase 850 mil pessoas. Este ano queremos passar de 1 milhão de pessoas atendidas”.O presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza, que é filho do fundador da ONG, o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, morto em 1997, explica que a organização não tem a capacidade de acabar com a fome no país, pois para isso são necessárias políticas públicas estruturadas pelo governo. Porém, segundo ele, o objetivo da campanha é chamar a atenção da sociedade para o grave problema.“É uma coisa importante, estou fazendo a minha parte, com centenas de pessoas no Brasil inteiro, estamos em 21 estados. Na verdade, a gente achou que não ia precisar mais fazer o Natal sem Fome, a gente ficou 10 anos sem fazer e infelizmente teve que voltar há três anos por conta da crise”.Ele explica que a organização funciona como uma grande rede de solidariedade e reúne centenas de comitês, que trabalham com o atendimento das pessoas nas comunidades e bairros. Só no Rio de Janeiro, são 260 comitês, em 15 municípios. Um deles é comandado por dona Edir Teixeira, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ela participa da Ação da Cidadania desde a fundação da ONG, há 26 anos, mas já fazia trabalho voluntário antes.As doações para o Natal sem Fome podem ser feitas até o dia 20 de dezembro. Alimentos não perecíveis devem ser entregues em endereços credenciados e doações em dinheiro podem ser feitas pelo site www.natalsemfome.org.br. A entrega dos alimentos será feita nos dias 21, 22 e 23 de dezembro, pelos comitês da Ação da Cidadania em todo o país.

  • Japão procura vítimas do tufão Hagibis
    Notícias
    Agência Brasil

    Japão procura vítimas do tufão Hagibis

    Subiu para 66 o total de mortos em razão do tufão Hagibis que atingiu o Japão no último fim de semana. As buscas por vítimas continuam durante todo o dia.As Forças de Autodefesa do Japão foram enviadas hoje (15) à província de Nagano para ajudar nas operações de busca e resgate.Chuvas inundaram avenidas e encobriram carros no Japão   (Kyodo/Reuters/direitos reservados)O tufão causou ventos fortes e chuvas torrenciais levando cerca de 200 rios a transbordarem. Diques romperam em 50 rios, causando inundações em várias localidades.A província de Fukushima, no nordeste do Japão, foi uma das regiões mais atingidas, e houve pelo menos 25 mortes.Funcionários da Agência de Meteorologia disseram que várias regiões receberam 40% do total anual de precipitação em dois dias.A chuva pesada também causou cerca de 140 deslizamentos de terra em todo o país. Na província de Gunma, quatro pessoas morreram porque suas casas levadas pela enxurrada.Além disso, cerca de 35 mil residências continuam sem energia elétrica. Outros 130 mil lares continuam sem água nesta terça-feira e ainda não se sabe quando os serviços serão restaurados. InundaçãoApurou-se que 12 mil residências foram inundadas pelo tufão Hagibis. Informações revelaram que 900 casas foram destruídas ou parcialmente danificadas.As águas subiram acima do nível do solo em 7.907 residências em 16 províncias, incluindo Nagano e Tochigi.Em 4.296 residências de 21 províncias, incluindo Shizuoka e Saitama, a água invadiu as casas pelo subsolo.Mais de 66 residências em sete províncias, incluindo Chiba, ficaram parcialmente destruídas, enquanto 914 em 20 províncias, incluindo Tóquio e Kanagawa, sofreram danos.Dezenas de milhares de pessoas continuam vivendo sem eletricidade depois do tufão, e algumas regiões continuam sem água.Hoje, 133 mil residências continuavam sem fornecimento de água, e mais de 35 mil lares ainda não tinham eletricidade.Em algumas regiões continua havendo problemas com a recepção de celulares. Chuvas torrenciaisO Ministério do Interior do Japão afirmou que uma área de aproximadamente 950 hectares inundou na província de Nagano.Trata-se do resultado de chuvas torrenciais provocadas pelo tufão Hagibis que fizeram com que o Rio Chikuma transbordasse.Por meio de um levantamento conduzido por helicóptero, na terça-feira, o governo apurou que a área inundada se estende por cerca de cinco quilômetros de norte a sul ao longo do rio.Ela inclui zonas residenciais em Hoyasu e uma instalação para trens-bala em Akanuma, ambas na cidade de Nagano.O ministério mobilizou 23 caminhões com dispositivos para bombear a água, dando prioridade para zonas residenciais e vias comunitárias.

  • Oposição húngara toma prefeitura de Budapeste do partido de Viktor Orban
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    AFP

    Oposição húngara toma prefeitura de Budapeste do partido de Viktor Orban

    O partido do primeiro-ministro húngaro, o ultraconservador Viktor Orban, foi derrotado neste domingo (13), nas eleições municipais de Budapeste pela oposição unida em torno de um candidato de centro-esquerda, segundo resultados parciais.