Portugal em situação de contingência

Está já em fase de resolução o incêndio que durante vários dias lavrou nos concelhos de Ourém, Ferreira do Zêzere e Alvaiázere, no centro de Portugal. De acordo com a página da Proteção Civil, ao início da tarde desta segunda-feira, mais de 600 bombeiros, cerca de 200 veículos e quatro meios aéreos encontravam-se ainda na região a controlar as labaredas.

Estavam em curso alguns incêndios rurais de menor dimensão, no território continental português, sendo o de maior monta localizado no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, no distrito da Guarda.

Estavam, aqui, a combater as chamas 120 homens, ajudados por 32 viaturas e cinco meios aéreos.

Em termos operacionais, o Governo declarou situação de contingência a partir desta segunda-feira e até sexta-feira. O primeiro-ministro português pediu cuidados redobrados à população:

"Nós vamos viver, nos próximos dias, situações de risco máximo e portanto qualquer descuido mínimo provoca um incêndio de grande dimensão e depois nunca haverá meios, nem em Portugal, nem em parte nenhuma do mundo, para fazer a extinção de incêndios que ganham uma dimensão de calamidade", afirma António Costa.

À semelhança do que acontece com a maior parte dos países do sul da Europa, Portugal enfrenta uma onda de calor. Metade do território continental está sob aviso laranja, devido às elevadas temperaturas, uma situação que se deve estender a praticamente todo o território continental a partir de terça-feira. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera a decisão sobre a ativação de um aviso vermelho, o mais grave, será decidida consoante a evolução da situação atmosférica.

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