Pré-candidato no DF tenta colar imagem a Lula para levar disputa ao segundo turno

***ARQUIVO*** São Paulo, SP, BRASIL, 31-05-2022 - Lançamento do livro Querido Lula: cartas a um presidente na prisão, que terá presença do ex-presidente Lula e vários artistas lendo trechos do livro, no Teatro Tuca, da PUC-SP, na zona oeste da cidade. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)
***ARQUIVO*** São Paulo, SP, BRASIL, 31-05-2022 - Lançamento do livro Querido Lula: cartas a um presidente na prisão, que terá presença do ex-presidente Lula e vários artistas lendo trechos do livro, no Teatro Tuca, da PUC-SP, na zona oeste da cidade. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O deputado distrital Leandro Grass (PV-DF) tenta articular uma agenda com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Brasília para associar sua imagem à dele.

Grass foi o escolhido da federação PT-PV-PC do B para disputar o governo do Distrito Federal, mas ainda batalha para colar seu nome ao do ex-presidente. Deve explorar as redes sociais, a exemplo do que faz o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) no Rio de Janeiro, e o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), em Minas Gerais.

A pré-campanha tenta garantir a ida de Lula a Brasília ao menos uma vez antes do início da campanha. A ideia por enquanto é marcar um grande evento do ex-presidente e do deputado com jovens, principal público de Leandro Grass, que tem 36 anos e foi professor de escolas públicas e particulares da cidade.

Um dos motivos do esforço é que Lula tem no DF, de acordo com pesquisas internas, 29% das intenções de voto, o que seria suficiente para levar a disputa local para o segundo turno. Outro é que seu principal adversário, o governador Ibaneis Rocha, apesar de ser do MDB, é aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A candidatura do distrital foi uma condição imposta pelo PV para aderir à federação — foi o único estado exigido pelo partido.

Nessa costura, o PT nacional articulou para que uma das pré-candidatas, Rosilene Corrêa, fosse indicada na chapa ao Senado, e o outro, Geraldo Magela, integrasse a coordenação de campanha do ex-presidente. A indicação ao posto de vice deve ficar com o PSB, que sustenta a pré-candidatura do ex-secretário de Educação, Rafael Parente.

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