Príncipe Andrew e ex-esposa adotam corgis da rainha Elizabeth 2ª

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dois corgis que acompanharam a rainha Elizabeth 2ª até seus últimos dias de vida ficarão agora sob os cuidados do príncipe Andrew e de Sarah Ferguson, sua ex-esposa.

Elizabeth amava cães, especialmente corgis. Além de Muick e Sandy, a rainha teria outros dois cães atualmente: um dorgi —mistura de dachshund e corgi— chamado Candy; e um cocker spaniel chamado Lissy.

Neste domingo (11), um porta-voz de Andrew, terceiro filho da rainha, anunciou que ele e a duquesa de York assumirão a guarda dos dois corgis, segundo a agência AFP. Sarah também gosta de cães e, apesar de divorciados, o duque e a duquesa de York ainda vivem juntos no Royal Lodge em Windsor.

Foi Andrew quem presenteou a mãe com os cães Muick e Sandy. Ele se afastou dos seus deveres reais em 2019, depois de dar uma entrevista controversa sobre acusação de que teria cometido abuso sexual e, apesar do escândalo, é considerado pela imprensa britânica como o filho favorito da rainha.

Muick chegou a Windsor no começo de 2021, com outro filhote, chamado Fergus. O objetivo era animar a rainha em meio à pandemia e à internação do marido, o príncipe Philip, 99, que morreu pouco depois

Fergus morreu inesperadamente, aos cinco meses de idade. Andrew e suas filhas, as princesas Beatriz e Eugenia, então, presentearam a rainha com a pequena Sandy, por ocasião de seu aniversário de 95 anos, segundo a AFP.

Elizabeth teve mais de 30 corgis ao longo da vida. Susan foi o início de tudo. A cadela chegou como presente de aniversário de 18 anos, e a maioria dos corgis que passaram pela corte descenderam dela.

Aos 90 anos, porém, a rainha decidiu parar com a criação para não deixar os pets órfãos após sua morte. Willow, o último de seus corgis, encerrou a dinastia, em 2018.

Os cães da rainha inspiraram filme e ganharam papel no vídeo que Elizabeth estrelou ao lado do ator Daniel Craig, interpretando James Bond, para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Os pets seguiam Elizabeth pelos cômodos do palácio e acompanhavam a rainha nos fins de semana em Windsor. A monarca gostava de passear com eles e de cuidar deles de perto.

Até então sem informação oficial sobre quem cuidaria dos cães, Ingrid Seward, biógrafa veterana da realeza, disse à Newsweek que uma possibilidade é que eles ficassem mesmo sob os cuidados dos filhos da rainha. Outra opção seriam os funcionários do palácio, já acostumados com os animais.

Não há confirmação, no entanto, sobre o destino dos outros dois cães. Ainda segundo a publicação, Lissy também teria se juntado à família no ano passado.