Prefeito do Rio defende misturar vacinas nas duas doses, mas frisa que decisão cabe às autoriades médicas

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Enquanto a comunidade científica discute a possibilidade de misturar vacinas diferentes entre as primeiras e segundas doses, o prefeito Eduardo Paes afirmou, nesta quarta-feira, que é a favor da medida, mas frisou que a decisão não compete a ele, e sim às autoridades médicas.

— Estamos vendo várias experiências pelo mundo em que há sim primeira dose de Astrazeneca e segunda de Pfizer. Isso é possível, a gente defende na prefeitura que seja assim. Mas é uma decisão do PNI (Programa Nacional de Imunizações), do Ministério da Saúde e da Secretaria municipal de Saúde — disse.

O prefeito falou sobre a vacinação durante agenda no Porto Maravilha que marcou o anúncio de um segundo residencial na região. Paes também destacou a necessidade da população continuar com as medidas de prevenção contra a Covid-19 em decorrência do surgimento de mais uma variante do Coronavírus, a Delta.

—As ações mais tradicionais, de controle de fronteiras, em geral são em aeroportos, com a Anvisa, ou em rodoviárias, ações mais a nível estadual e federal. Mas chamamos a atenção para a população. As variantes existem, provavelmente com transmissão comunitária. Estamos muito otimistas com a vacinação, mas é importante que as pessoas ainda tomem cuidado, usando máscara e com distanciamento social.

Desde o final de junho, a cidade do Rio está aplicando a segunda dose da vacina da Pfizer em grávidas e puérperas que tomaram a primeira dose de Astrazeneca. Dias depois o governo do estado autorizou os outros municípios a fazerem o mesmo.

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