Prefeitura de SP não vai exigir termo para intercambialidade na 2ª dose de AstraZeneca para Pfizer

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A resident receives a dose of AstraZeneca/Oxford vaccine against Covid-19 during the first day of a mass vaccination campaign within the 'Paqueta Vaccinated' project, at Paqueta island in Rio de Janeiro, Brazil on June 20, 2021. - Rio de Janeiro Municipal Health Department, with the support of the Oswaldo Cruz Foundation (Fiocruz), is carrying out the project in the island to evaluate the effects of immunization on a large scale. (Photo by Andre Borges / AFP) (Photo by ANDRE BORGES/AFP via Getty Images)
(Foto: ANDRE BORGES/AFP via Getty Images)
  • Termo de consentimento era medida do governo do estado, que foi revogada

  • Podem receber a 2ª dose de Pfizer quem está com a AstraZeneca atrasada

  • Capital deve receber mais doses esta semana

A Prefeitura de São Paulo decidiu que não irá exigir a assinatura de termo de consentimento de intercambialidade de vacinas para quem tomar Pfizer no lugar da segunda dose de AstraZeneca.

A regra integrava instruções municipais e foi cumprida em todos os pontos de vacinação na última segunda-feira (13).

De acordo com Edson Aparecido, secretário Municipal de Saúde, a determinação veio do governo do estado, que reviu a medida na manhã desta terça-feira (14), tornando-a facultativa.

O governo de São Paulo havia autorizado, na semana passada, a aplicação de uma dose de Pfizer para quem estava com a segunda dose de AstraZeneca atrasada. Na capital paulista, as doses começaram a ser aplicadas por volta das 15h de segunda-feira.

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Podem receber a dose de Pfizer quem estiver com a vacinação com AstraZeneca vencida entre os dias 1 e 15 de setembro.

A cidade de São Paulo recebeu do governo estadual 165 mil doses da Pfizer no sábado (11) para serem aplicadas a este público. O secretário também informou que a gestão municipal conseguiu remanejar outras 30 mil doses para este grupo.

Nesta quarta-feira (15), devem chegar um novo lote de vacina Pfizer, enviado pelo Ministério da Saúde, além da expectativa que a entrega de AstraZeneca seja retomada.

Usar vacinas diferentes é um problema?

O uso de vacinas diferentes para completar o esquema vacinal é chamado de “intercambialidade”. A medida foi aprovada pelo Comitê Científico do Governo do estado e pelo Plano Estadual de Imunização, baseados em estudos da Organização Mundial da Saúde e em orientações do Ministério da Saúde.

A prática já foi adotada para mulheres grávidas que foram vacinadas com a primeira dose da AstraZeneca e, depois, tiveram a recomendação de não tomarem a segunda.

Terceira dose para idosos de 85 a 89 anos

Nesta segunda-feira, a capital começa a vacinar idosos entre 85 e 89 anos com a dose de reforço. A imunização deste grupo é feita com o imunizante que estiver disponível no posto de saúde, diferentemente do recomendado pelo Ministério da Saúde, que prioriza o uso da vacina da Pfizer.

Vacinação de adolescentes

Qualquer adolescente a partir dos 12 anos de idade já pode se vacinar na capital paulista. Para isso, é preciso ir com um responsável ao posto de vacinação, ou ir com um maior de idade e apresentar uma autorização assinada pelo responsável.

Para este grupo, de 12 a 17 anos, o único imunizante autorizado é o da Pfizer.

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