Prefeitura do Rio e servidores da educação entram em acordo sobre greve em audiência de dissídio coletivo

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A Prefeitura do Rio vai arquivar todos os processos administrativos abertos contra profissionais de educação da rede municipal por conta da "Greve pela vida" e pagar os valores que foram descontados dos salários, desde que haja reposição das horas paralisadas.

O acordo entre a administração municipal e a categoria foi obtido em uma audiência de dissídio coletivo no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), presidida pelo desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira. Com uma ligação para o prefeito Eduardo Paes, o magistrado conseguir pôr fim aos impasses entre as partes.

Segundo o advogado do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe), Ítalo Pires Aguiar, a categoria reduziu a carga horária entre janeiro e julho deste ano por ser contra a volta do modelo híbrido de ensino em algumas escolas, antes de todos os servidores estarem totalmente vacinados contra a Covid-19. Ele frisou que a paralisação não foi total, mas de algumas horas durante as atividades, e que o trabalho a distância foi mantido.

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