Presidência do Senado: acompanhe ao vivo a eleição

O Globo
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Agência Senado

BRASÍLIA E RIO — Os senadores vão escolher, nesta segunda-feira, quem vai comandar a Casa pelos próximos dois anos. A sessão que vai decidir o futuro presidente e os próximos integrantes da Mesa Diretora também marca a volta das atividades legislativas no Congresso Nacional, após o recesso de pouco mais de um mês. Disputam a principal cadeira do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que aparece como favorito, Simone Tebet (MDB-MS), Major Olimpio (PSL-SP), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Lasier Martins (Podemos).

Perfil: Conheça os principais candidatos da Câmara e do SenadoNo Senado, a eleição começa com reunião preparatória marcada para as 14h, momento em que é escolhido o presidente. Logo em seguida, o eleito toma posse e inicia uma segunda reunião preparatória para definir os outros nomes da Mesa Diretora. A expectativa é que se conheça o novo presidente da Casa no final da tarde desta segunda-feira. Já a escolha dos membros da Mesa deve ocorrer apenas no dia seguinte, por acordo político.

Rodrigo Pacheco, afilhado político do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reuniu o apoio do presidente Jair Bolsonaro, além de outros 11 partidos: DEM, MDB, PT, PDT, Rede, PP, PSD, PSC, Pros, PL e Republicanos. Sem apoio do Palácio do Planalto, nem do próprio partido, o MDB, Tebet deve receber votos do Podemos, Cidadania e PSB.

A votação será por meio de cédulas de papel inseridas em envelopes. Cada voto deve durar em média seis minutos. Serão quatro urnas no total: duas dentro do Plenário e duas fora. Existe ainda a possibilidade de os parlamentares votarem por sistema 'drive-thru', sem descer do carro. Neste caso, eles entregam o voto dentro de um envelope para ser depositado em uma das urnas.

A poucos dias da eleição para o comando do Senado, o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), procurou integrantes do MDB em busca de um acordo que favoreça o seu candidato na disputa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Em reunião com o líder emedebista, Eduardo Braga (AM), Alcolumbre chegou a sugerir como uma das possibilidades o partido adversário ocupar a vice-presidência nos próximos dois anos, desde que a sigla abra mão da candidatura de Simone. Apesar da resistência, a senadora não deve abrir mão da candidatura.