Presidenciáveis tentam se aproximar de evangélicos com gestos concretos e mudanças no discurso

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RIO e SÃO PAULO - Representando hoje cerca de um terço da população e considerado decisivo para a vitória de Jair Bolsonaro em 2018, o eleitorado evangélico já atrai o foco de presidenciáveis na pré-campanha para 2022. Com taxas de aprovação superiores entre os integrantes dessas denominações, Bolsonaro busca na reta final do mandato entregar ações concretas de olho em arregimentar um apoio em bloco de lideranças evangélicas.

O ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro está montando um núcleo em sua equipe para fazer a interlocução com este segmento. Outros presidenciáveis, como Lula (PT), Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB), trabalham na modulação de discursos para vencer resistências e planejam chegar a este público através de pautas econômicas e sociais.

Na reportagem completa, para assinantes do GLOBO, você lerá sobre os detalhes e bastidores da aproximação de diferentes presidenciáveis com grupos evangélicos, e também sobre outras pautas que lideranças de igrejas ainda desejam ver atendidas após a ida de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF).

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