Presidente argentino testa positivo para covid um mês após vacinação

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O presidente argentino Alberto Fernández ao ser vacinado em 21 de janeiro de 2021 com a primeira dose da Sputnik V

O presidente argentino Alberto Fernández anunciou na sexta-feira (2) à meia-noite que testou positivo para a covid-19 em um teste de antígeno que fez após apresentar sintomas compatíveis com a doença, e mais de um mês após receber a segunda dose da vacina.

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"No final de hoje (sexta-feira), depois de apresentar febre de 37,3 graus e uma leve dor de cabeça, fiz um teste de antígeno que deu positivo", informou Fernández por meio de sua conta no Twitter, esclarecendo que aguarda o resultado de um PCR para confirmar a doença.

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O presidente, que completou 62 anos nesta sexta, foi isolado de forma preventiva e esclareceu que está "bem fisicamente".

 "Embora eu tivesse gostado de terminar meu aniversário sem essas notícia, também estou de bom humor", assegurou.

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 O presidente argentino completou o cronograma de duas doses da vacina Sputnik V, do laboratório russo Gamaleya, a primeira recebida no dia 21 de janeiro e a segunda no dia 11 de fevereiro, disseram à AFP fontes presidenciais.

 "Embora estejamos aguardando a confirmação pelo teste de PCR, já estou isolado, cumprindo o protocolo em vigor e seguindo as orientações do meu médico pessoal", acrescentou o presidente.

 O teste de antígeno é uma detecção rápida por swab nasal ou da garganta, mas é menos sensível que o teste molecular ou de PCR.

 "Entrei em contato com as pessoas com quem me encontrei nas últimas 48 horas para avaliar se elas constituem um contato próximo para que possam isolá-las", disse Fernández.

 A Argentina enfrenta uma segunda onda de coronavírus com uma escalada de infecções.

 Segundo dados oficiais, o país sul-americano, de 44 milhões de habitantes, soma mais de 2,3 milhões de infecções e 56.023 mortes por covid-19.

 O presidente pediu à população extrema cautela diante da doença. "Peço a todos que se preservem seguindo as recomendações. É evidente que a pandemia não passou e devemos continuar nos cuidando", recomendou.