Presidente de Cuba denuncia 'mentiras' sobre protestos no país

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Foto divulgada pela Agência Cubana de Notícias (ACN) do presidente cubano Miguel Diaz-Canel discursando durante a 3ª sessão do 8º Congresso do Partido Comunista Cubano, no Palácio das Convenções de Havana, em 18 de abril de 2021.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, denunciou neste sábado (17) a difusão de "mentiras" sobre os distúrbios na ilha, durante um ato de "reafirmação revolucionária", na companhia de Raúl Castro e em frente a dezenas de milhares de apoiadores.

"O que o mundo está vendo sobre Cuba é uma mentira", disse sobre a difusão de "imagens falsas" nas redes sociais, que "estimulam e glorificam o desacato e a destruição de imóveis", seis dias depois de protestos contra o governo comunista.

Há "um ódio transbordando nas redes sociais", insistiu. O acesso à Internet móvel foi cortado na ilha de domingo ao meio-dia até quarta-feira pela manhã, antes de ser restabelecido, mas com instabilidade.

O governo cubano "não é um governo que reprime seu povo", afirmou. Os protestos deixaram um morto, dezenas de feridos e mais de 100 detidos.

"Nascemos para vencer e não para sermos vencidos!", gritava à multidão.

Junto a Díaz-Canel, o ex-presidente Raúl Castro, de 90 anos, saiu provisoriamente de sua reclusão devido à gravidade da situação.

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