Presidente da CBF convive com lobby por diretor 'velha guarda' para vaga de Juninho e nome de Marcos Braz é sugerido

Ednaldo Rodrigues encara a missão de encontrar substitutos para o técnico Tite e para o coordenador da seleção principal, Juninho Paulista. A dupla teve a saída da CBF confirmada na segunda-feira. Para o cargo de dirigente, convive com lobby interno a favor de Marcos Braz.

O vice-presidente de futebol do Flamengo se encaixa em um perfil que agrada parte da cúpula da entidade: no lugar de Juninho Paulista, Ednaldo Rodrigues deveria buscar um dirigente mais experiente. É a mesma corrente que ventilou o nome de Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, no fim do ano passado.

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Ednaldo Rodrigues, porém, tende a partir atrás de novo coordenador com outro perfil, mais parecido com o de Juninho Paulista: que seja um ex-atleta e que tenha capacidade articular todas as seleções masculinas, desde as de base até a principal.

Quanto ao nome do novo treinador, ele tem mais opções nas mãos, uma vez que considera tanto estrangeiros quanto brasileiros para o cargo. O dirigente deu até agora poucas pistas de quem são seus favoritos para substituir Tite. O presidente da CBF afirmou apenas que ele precisa aplicar um estilo de jogo ofensivo na equipe.

A definição não tem um prazo certo para acontecer. Ednaldo Rodrigues cogita até mesmo que a seleção seja comandada por um treinador interino nos jogos amistosos da primeira Data-Fifa de 2023, em março, caso precise de mais tempo para fechar com o técnico que terá a missão de levar o Brasil à próxima Copa do Mundo, em 2026.