Presidente da CPI pede inclusão de chefe da CGU em relatório final por prevaricação

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 29.07.2021 - O ministro da CGU, Wagner Rosário. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 29.07.2021 - O ministro da CGU, Wagner Rosário. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), pediu nesta quarta-feira (15) que o ministro da CGU (Controladoria Geral da União), Wagner Rosário, seja incluído no relatório final da comissão, por supostamente ter prevaricado.

O pedido surgiu após o depoente nesta quarta-feira (15), o lobista Marconny Albernaz de Faria, ter afirmado que foi alvo de uma operação no Pará, na qual a CGU teria participado.

Os dados recolhidos pelas autoridades de segurança e compartilhados com a CPI mostram que o lobista tinha contato com o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, exonerado após o jornal Folha de S.Paulo publicar reportagem que mostra um suposto pedido de propina.

"Então, veja bem, a CGU esteve na casa do doutor Marconny, juntamente com policiais, levaram farto material, mas não tomaram providência, não tomaram providência com o Roberto Dias. O Roberto Dias continuou lá negociando vacina", afirmou.

"O que o Wagner Rosário, que é servidor público de carreira da Controladoria-Geral da União, não fez, prevaricou. E aí eu estou exigindo que o nome dele esteja dentro do relatório por ter prevaricado. A função dele é esta: é fiscalizar, é fazer operação", disse.

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