Presidente português não poupa elogios ao povo luso no 10 de Junho

O presidente português não estava à espera do mar de gente que aguardava, na cidade de Braga, as comemorações do 10 de junho, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.

As ruas e as varandas encheram-se de aplausos. Sessenta antigos combatentes abriram a parada militar, que durou uma hora, uma homenagem muito especial, nas palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, que não poupou elogios ao povo português.

"É o povo português a razão de sermos o que somos e como somos, de sermos Portugal (...). Se é verdade que os seus soberanos, os seus líderes, os seus chefes encheram também páginas da nossa História, não é menos verdade que sem o povo, sem a «arraia-miúda» de que falava Fernão Lopes, não teria havido o Portugal que temos".

Uma data que este ano assume uma importância maior, como frisou o chefe de Estado. O ano de 2022 marca dois séculos passados sobre o "começo do fim (...) do império colonial" português, com a independência do Brasil, no ano de 1822; mas também os 20 anos do fim da ocupação indonésia de Timor-Leste.

Fazendo uma menção à "Cimeira dos Oceanos" que decorrerá em Lisboa no fim deste mês, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que "só é possível em Portugal porque o mesmo povo português escolheu o oceano como seu destino". Acrescentando que foi esse povo que "cruzou oceanos" e fez deles a sua nova "terra de futuro".

De Braga, o chefe de Estado partiu para Londres para continuar as celebrações do 10 de Junho com a comunidade portuguesa radicada na capital do Reino Unido.

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