Preso no DF, 'Hulkinho do tráfico' agia do mesmo modo que ex-capa da Playboy Flávia Tamayo

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  • Suspeito agia de forma semelhante a condenada por tráfico de drogas também no DF

  • Jean Leal oferecia uma espécie de venda casa: drogas e programas

  • Segundo a polícia, Leal foi flagrado quando negociava a venda de cocaína

Conhecido como "Hulkinho do tráfico", Jean Ferreira Leal, de 27 anos, agia de uma maneira muito semelhante a da ex-capa da Playboy Flávia Tamayo, conhecida como Pâmela Pantera, também presa pela Polícia Civil do Distrito Federal (DF) e condenada a oito anos de prisão por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Leal foi detido nesta quarta-feira, por policiais da 5ª DP (Área Central), sob suspeita de vender cocaína e drogas sintéticas durante encontros de sexo com clientes, numa espécie de venda casada.

De acordo com as investigações da polícia, "Hulkinho" tinha uma clientela de alto poder aquisitivo. Além dos encontros, ele venderia drogas também em festas direcionadas à comunidade LGBTQIAP+ e para outros garotos e garotas de programa, por meio de aplicativos, com local de entrega previamente acordado.

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O suspeito se apresentava nas redes sociais como Jean Hulkinho. Ele foi preso quando estava perto de uma padaria na Quadra 312 Norte, em Brasília. De acordo com a polícia, Leal foi flagrado quando negociava a venda de cocaína "escama de peixe" — droga com alto teor de pureza e mais cara que a comum — com um cliente.

Presa em julho do ano passado, Pâmela Pantera também tinha como público alvo clientes de alto poder aquisitivo, para quem vendia e distribuía drogas. De acordo com investigações da 5ª DP, antes de ser detida, havia pelo menos dois anos que a jovem se prostituía e traficava drogas num flat no Setor Hoteleiro Norte da capital federal. 

Na época, as investigações apontaram que faziam parte da quadrilhas outras garotas de programa de luxo. Elas faziam presença em áreas nobres do DF para negociar programas sexuais associados ao consumo de drogas — também uma espécie de venda casada. No caso de Tamayo, cada programa regado a cocaína e haxixe saía por R$ 1 mil, o dobro do valor pago sem drogas.

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