Preso pela PF tem namorada famosa e recebeu F. Bolsonaro e Claudio Castro em camarote

Preso pela PF é ligado a Flávio Bolsonaro - Foto: Reprodução
Preso pela PF é ligado a Flávio Bolsonaro - Foto: Reprodução

Preso pela Polícia Federal na manhã de quarta-feira, 23, no Rio de Janeiro, durante a operação Smoke Free, o empresário e herdeiro da escola de samba Grande Rio Bernardo Coutinho já era conhecido antes de aparecer nas manchetes policiais. O rapaz de 23 anos pode ser visto frequentemente ao lado de famosos e tem um dos camarotes mais disputados da Marquês de Sapucaí.

Foi durante o carnaval deste ano que ele recebeu em seu espaço, o Camarote Arpoador, o senador Flavio Bolsonaro. Ele estava acompanhado de sua mulher, Fernanda, e corria dos políticos que assistiam aos desfiles de um camarote improvisado pela equipe do governador do Rio, Claudio Castro.

Aliás, Claudio é um frequentador das festas de Bernardo há tempos. Ano retrasado, até então vice de Wilson Witzel, ele também esteve pelo camarote, com direito a abadá e tudo. Em abril, durante os desfiles oficiais das escolas na Avenida, Claudio deixou seu "puxadinho" e foi para o camarote Arpoador onde até cantar, cantou.

Discreto, Bernardo é conhecido pela veia empreendedora, como a do amigo Gabriel David. Os dois já fizeram negócios juntos e são tidos como expoentes dessa nova diretoria do carnaval carioca.

Criado dentro da Grande Rio praticamente, ele também é uma espécie de mecenas de novos talentos. Foi assim que investiu no funkeiro Kevin O'Cris, por exemplo.

Quando tinha perfil no Instagram, costumava postar fotos com famosos, como Paolla Oliveira, rainha de bateria de sua escola, e Bianca Andrade, a Boca Rosa, que foi rainha do Arpoador este ano.

O nome de Bernardo ficou mais em evidência após a entrada de Pétala Barreiro num reality show. A influenciadora, que tem dois filhos com o atual marido de Livia Andrade, disse que estava namorando Bernardo pouco antes de ser confinada.

Bernardo foi preso com mais 12 pessoas durante a operação que investiga uma quadrilha especializada em comércio ilegal de cigarro e que teria causado um prejuízo de R$ 2 bilhões à União.