Primeiro mês de governo Biden foi 'lua de mel', mas desafios maiores estão por vir

Trevor Hunnicutt
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Por Trevor Hunnicutt

WASHINGTON (Reuters) - Com um mês de trabalho, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está à beira de garantir um pacote de resgate econômico maior do que durante a crise financeira de 2009, eliminou as políticas de seu antecessor, Donald Trump, das mudanças climáticas para a proibição de viagens, enquanto a taxa de distribuição diária da vacina contra a Covid-19 nos EUA cresceu 55%.

Essa pode ter sido a parte fácil. Mas a ampla estratégia da Casa Branca --de evitar lutas políticas invencíveis, focar em políticas com apelo eleitoral em massa e principalmente ignorar os ataques republicanos-- será cada vez mais difícil nos próximos meses, dizem democratas e republicanos, mesmo que outros milhões sejam vacinados e a economia se recupere.

"Eles estão enfrentando alguns problemas", disse Jim Manley, que já foi assessor do ex-líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid.

Biden fez muitas das mudanças que tem autoridade clara para fazer por ação executiva. No entanto, os desafios do futuro incluem a aprovação de leis nas quais o Partido Democrata está dividido, como redução de dívidas de universidades, aumento de impostos e restrições ao setor de energia.

Depois, há as lutas políticas intratáveis ​​que definiram a política americana por uma geração, incluindo quem pode se tornar um cidadão, se o governo deve pagar pelos cuidados de saúde e quem deve portar uma arma.

Enquanto isso, muitas questões complicadas, de tarifas comerciais a políticas da China e supervisão de tecnologia, ainda estão sob revisão na Casa Branca.