Projeção nos EUA chama Bolsonaro, Trump e aliados de “ratos da Flórida”; veja

Prédio fica em Nova York

Projeção chama Bolsonaro e o ex-presidente dos EUA Donald Trump de
Projeção chama Bolsonaro e o ex-presidente dos EUA Donald Trump de "ratos da Flórida (Foto: Reprodução/ Redes sociais)
  • Projeções em um prédio nos EUA chamam Jair Bolsonaro e seus aliados de "ratos da Flórida";

  • Ex-presidente brasileiro está no país desde antes do fim de seu mandato;

  • Nas imagens, políticos aparecem com orelhas que lembram as do rato Mickey.

Projeções em um prédio em Manhattan, Nova York (EUA), chamam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados de “ratos da Flórida”.

Nas imagens, os políticos aparecem com orelhas que lembram as do personagem Mickey Mouse.

O ex-presidente norte-americano Donald Trump, com quem Bolsonaro tentou manter relações próximas ao longo de sua gestão, também é alvo das projeções.

Os dois aparecem juntos na tela com os dizeres “família do crime” e “prenda-os”.

As críticas ainda se estendem a:

  • Carlos Bolsonaro (Republicanos), vereador do Rio e filho do ex-mandatário;

  • Hamilton Mourão (Republicanos), ex-vice-presidente e senador eleito;

  • Silas Malafaia, pastor;

  • Sergio Moro (União Brasil), ex-juiz e senador eleito;

  • Allan Santos, blogueiro foragido que está nos EUA;

  • Ciro Nogueira, ex-ministro da Casa Civil.

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Bolsonaro está na Flórida desde 30 de dezembro. Ele viajou dois dias antes do fim do seu mandato como presidente e, por isso, não participou da cerimônia de posse de Lula (PT), como manda a tradição.

Na segunda-feira passada (9), chegou a ser internado, mas deixou o local um dia depois, contrariando recomendações médicas sob o argumento de que prefere ter pessoas de confiança cuidando dele.

Depois dos atos terroristas de 8 de janeiro no Distrito Federal, 46 deputados estadounidenses pediram que o ex-presidente fosse mandado de volta ao Brasil – solicitação também feita por parlamentares brasileiros. 

Segundo Bolsonaro, ele pretendia ficar nos EUA até o final de janeiro, mas vai adiantar seu retorno devido a uma novo caso de obstrução intestinal. Ele tem um histórico de hospitalizações por problemas intestinais desde que levou uma facada no abdome durante a campanha eleitoral de 2018.