Projeto cria músicas com memórias afetivas para quem tem Alzheimer

Reprodução/Youtube/DaFne Music

Um estudo feito pelo Instituto Max Planck de Neurociência na Alemanha descobriu que a memória musical é uma das últimas perdidas em pacientes com Alzheimer, porque ficam armazenadas em uma parte diferente do cérebro.

De forma despretensiosa, um grupo se dispôs a usar essa descoberta para criar o movimento chamado #musicasparasempre com objetivo de unir músicos, pacientes e seus familiares.

A ideia é transformar em música os momentos mais marcantes da vida das pessoas que têm a doença para, dessa forma, preservar pelo maior tempo possível suas memórias afetivas. 

O primeiro homenageado foi o empresário aposentado Hélio Elpídio Pereira de Queiroz. Em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, ele contou que ficou muito feliz com a homenagem. 

“Todos os meus amigos, minha família e pessoas que me apoiam estavam lá. Tenho só a agradecer. Nunca em minha vida imaginei sentir 10% dessa emoção”, disse.

No site do projeto, há espaços dedicados para que as pessoas contem suas histórias e para que músicos possam doar uma canção.