Promoção? Preço da gasolina caiu R$ 0,01 na última semana

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(Photo by YASUYOSHI CHIBA/AFP via Getty Images)
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  • No entanto, aumento no ano no preço da gasolina já é de 50%

  • O GNV entrou para a marca do maior preço nos últimos 100 anos, ficando ao lado dos outros combustíveis

  • Renegociação de contratos da Petrobras pode ver o preço do gás de cozinha aumentar em 2022

Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do litro da gasolina vendida no país passou de R$ 6,753 para R$ 6,752 nas duas últimas semanas.

Essa baixa insignificante representa a primeira vez em sete semanas que o preço do combustível caiu. Apesar disso, o preço atual ainda está 50% maior que no início dano.

No mesmo período, o preço do diesel se manteve estável a R$ 5,356 por litro. No ano, o reajuste registrou um aumento de 48,5%.

Já o gás de botijão também teve um leve recuo, de R$ 0,25, indo de R$ 102,52 para R$ 102,27. No ano, a elevação no valor é de 37,1%.

Por sua vez, o gás natural veicular, ou GNV, entrou na lista dos maiores preços registrados nos últimos 100 anos (assim como os combustíveis mencionados acima), com o preço batendo R$ 4,256 por metro cúbico.

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Vale-gás

Nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a criação do Vale-gás, que pagará metade do valor do botijão de 13 kg, a cada dois meses, para as famílias registradas em programas sociais do governo.

No entanto, segundo o secretário especial de Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, ainda é necessário assegurar uma fonte de onde retirar os fundos necessários.

Renegociação de contratos

Desde setembro a Petrobras está renegociando os contratos de fornecimento de gás com as concessionárias. Segundo a Abegás (associação das distribuidoras), entre 50% a 80% dos contratos irão vencer no fim do ano.

De acordo com informações internas, a estatal está propondo aumentos que dobrariam ou até quadruplicariam o preço a partir de 1º de janeiro do próximo ano.

Estados como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo contam com 100% de seus distribuidores em renegociação de contrato e caso não cheguem a um acordo, poderão sofrer desabastecimento.

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