Promotora acusa ex-assessor de Trump de se achar 'acima da lei'

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Steve Bannon, ex-assessor de Donald Trump e idealizador da campanha de 2016 que levou o republicano à Casa Branca, foi acusado nesta terça-feira de se achar "acima da lei", durante seu julgamento por se recusar a cooperar com um comitê do Congresso dos Estados Unidos que investiga a invasão ao Capitólio.

Segundo Amanda Vaughn, Bannon desconsiderou as intimações do grupo de congressistas, "mesmo depois que o Congresso rejeitou seus argumentos, e ignorou diversas advertências de que enfrentaria um processo judicial se não atendesse às exigências".

"Ao fazê-lo, o acusado impediu que as autoridades obtivessem informações importantes de que precisavam para ajudá-las a entender o que aconteceu em 6 de janeiro", acrescentou Amanda. "O réu decidiu que está acima da lei."

O advogado de Bannon, Evan Corcoran, disse que "ninguém ignorou a intimação", uma vez que chegou-se a negociar com o comitê a data de seu depoimento.

O comitê convocou Bannon a depor e apresentar documentos, a fim de conhecer o conteúdo de conversas dele com Trump nos dias que antecederam a invasão ao Capitólio. O ex-assessor se recusou a comparecer, alegando que os presidentes têm o direito de manter algumas conversas em sigilo, e foi acusado de obstruir o trabalho do Congresso.

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