Promotoria prorroga por 4 meses força-tarefa sobre mortes no Jacarezinho

·1 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 08.05.2021 - Protesto contra a ação violenta da polícia na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro. no vão livre do Masp, em São Paulo. (Foto: Bruno Santos/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 08.05.2021 - Protesto contra a ação violenta da polícia na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro. no vão livre do Masp, em São Paulo. (Foto: Bruno Santos/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério Público do Rio de Janeiro decidiu prorrogar por mais quatro meses os trabalhos da força-tarefa que investiga as 28 mortes na favela do Jacarezinho, a mais letal da história do estado, ocorridas em maio deste ano.

A prorrogação se deve à falta de conclusão sobre a atuação dos policiais envolvidos na operação. O coordenador de Segurança Pública do MP-RJ, Reinaldo Lomba, afirmou em audiência na Assembleia Legislativa que uma das maiores dificuldades da investigação é localizar testemunhas.

“Já realizamos cem buscas ativas para localizar testemunhas e informantes. Porém, o acesso não está sendo fácil, é nossa grande dificuldade”, disse ele, na sexta-feira (3).

O grupo com quatro promotores já ouviu 39 testemunhas. Também já teve reuniões com três representantes diplomáticos de outros países em razão da repercussão internacional do caso.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos