Proposta de Alckmin para educação prioriza ensino infantil e básico

Grasielle Castro
Alckmin promete investimentos na educação infantil para que “crianças possam ter, de fato, igualdade de oportunidades”.

Se eleita, a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) à frente do Executivo do País terá como um de seus principais focos a educação. Ao menos é o que garante a diretriz do seu plano de governo, registrado junto com a candidatura no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Embora não destrinche as políticas para educação, a candidatura do ex-governador de São Paulo destaca que "o Brasil precisa se tornar um País mais justo, onde a igualdade de oportunidades seja assegurada pela educação pública de qualidade e por programas sociais que assegurem uma vida digna aos mais vulneráveis".

Para chegar a este ponto, a campanha se propõe a priorizar a primeira infância, com integração entre programas sociais, de saúde e educação, do período pré-natal até os 6 anos de idade. O objetivo é que as "crianças possam ter, de fato, igualdade de oportunidades".

Na educação básica, a meta é crescer 50 pontos em 8 anos no PISA. A nota do Brasil no Pisa é de 407 em leitura, 401 em ciências e 377 em matemática. Cingapura, que é o país com as melhores notas, tem a pontuação de 535, 556 e 564, respectivamente.

No ataque aos problemas da educação no País, Alckmin promete atratividade na carreira de professor.

"A revolução na educação básica requer um sério investimento na formação e qualificação dos professores. Vamos transformar a carreira do professor numa das mais prestigiadas e desejadas pelos nossos jovens", diz trecho do documento.

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