PSOL aciona Justiça e pede suspensão de reforma da previdência de São Paulo

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 16.11.2020 - Silvia Ferraro (51, professora), Natalia Chaves (25, tradutora), Carolina Iara (27, cientista social, mulher trans e intersexo), Paula Nunes (27, advogada) e Dafne Sena (29, motorista de aplicativo), da bancada feminista do PSOL, que ganhou uma candidatura de vereador na Câmara Municipal de São Paulo nas eleições. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress) ORG XMIT: AGEN2011161920662282
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 16.11.2020 - Silvia Ferraro (51, professora), Natalia Chaves (25, tradutora), Carolina Iara (27, cientista social, mulher trans e intersexo), Paula Nunes (27, advogada) e Dafne Sena (29, motorista de aplicativo), da bancada feminista do PSOL, que ganhou uma candidatura de vereador na Câmara Municipal de São Paulo nas eleições. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress) ORG XMIT: AGEN2011161920662282

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O diretório estadual do PSOL entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça de São Paulo contra a reforma da previdência aprovada pela Câmara de Vereadores da capital paulista na quarta-feira (10). O partido aponta no pedido dez artigos do texto aprovado que, na visão da sigla, são inconstitucionais.

No pedido, assinado pela equipe jurídica do mandato coletivo Bancada Feminista do PSOL, o partido pede a suspensão cautelar da reforma e afirma que ela "gera resultados nocivos no mundo real" e "tem potencial de causar danos ainda maiores do que qualquer outra norma municipal".

A aprovação da reforma foi marcada por manifestações contrárias e pelo embate entre servidores e a Guarda Civil Metropolitana. Para covereadora Silvia Ferraro, a reforma é ilegal e foi aprovada de maneira "tratorada e violenta".

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