PSOL vê Lula fora de alianças para além da esquerda em 2022

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*ARQUIVO* SAO BERNARDO DO CAMPO,SP - 10/3/2021 -  O ex-presidente Lula concede entrevista coletiva no Sindicato do Metalúrgicos de São Bernardo . (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
*ARQUIVO* SAO BERNARDO DO CAMPO,SP - 10/3/2021 - O ex-presidente Lula concede entrevista coletiva no Sindicato do Metalúrgicos de São Bernardo . (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - No PSOL, acredita-se que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não conseguirá ampliar seu arco de alianças para além da esquerda em 2022. Alguns dos aliados, com a campanha de 2002 em mente, defendem um candidato da centro-direita.

A frase que tem sido utilizada no partido é a de que a aliança não deve "passar do PSB", que seria uma espécie de última fronteira na esquerda.

A possibilidade de que Geraldo Alckmin (de saída do PSDB) seja o vice de Lula em uma chapa PT-PSB ainda não foi debatida a fundo no PSOL, cujas lideranças acreditam que a ideia não deve prosperar e, por isso, não preocupa no momento.

Em sua passagem pelo governo de São Paulo, Alckmin teve relação tensa com movimentos de luta por moradia, dos quais o PSOL é próximo no estado. Em 2012, a reintegração de posse da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, ficou marcada por denúncia de violências perpretradas por policiais militares contra os moradores.

Sobre as eleições de 2022, a leitura no PSOL é a de que os partidos de centro-direita e de direita já têm seus candidatos presidenciais ou estarão com Bolsonaro.

PP, PL e Republicanos provavelmente estarão com o atual presidente. União Brasil, PSD e PSDB pretendem lançar candidatos próprios.

O PSOL tende a abrir mão de sua candidatura para apoiar Lula, mas a definição só se dará na conferência eleitoral do partido em 2022.

As lideranças do partido têm dito que a concretização da aliança dependerá do programa proposto pelo PT e das demais relações partidárias firmadas.

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