PT e PL se unem para aprovar reajuste salarial da elite do funcionalismo de SP

PL tem maioria na Assembleia Legislativa de São Paulo (Foto: Divulgação/Alesp)
PL tem maioria na Assembleia Legislativa de São Paulo (Foto: Divulgação/Alesp)
  • PT, o PL e o Republicanos votaram a favor do texto que eleva o teto do funcionalismo público paulista;

  • Dos parlamentares presentes, 56 votaram sim e seis, não;

  • Somente o PSOL e alguns deputados ficaram contra a proposta.

Bancadas opositoras na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) se uniram por conta do projeto de lei aprovado na terça-feira (29) que garantiu o aumento de salário de 50% para o governador eleito do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o vice dele, Felício Ramuth (PSD) e secretários de estado da próxima gestão, em 2023.

Segundo informações do portal g1, o PT, o PL e o Republicanos votaram igual: a favor do texto que eleva o teto do funcionalismo público paulista e que terá um impacto de cerca de R$ 1,5 bilhão nos cofres públicos do estado. Cada servidor terá o reajuste de acordo com sua carreira.

Dos parlamentares presentes, 56 votaram sim e seis, não. A bancada do PT tem dez parlamentares, o PL tem 17 e o Republicanos, 8.

Somente o PSOL e alguns deputados, como Janaína Paschoal (PRTB), ficaram contra a proposta que não alcança os servidores que ganham piso salarial.

Ainda de acordo com o portal g1, pelo texto, o governador eleito, Tarcísio, terá o salário elevado de R$ 23 mil para R$ 34,5 mil a partir de janeiro. Já o vice, Felício, passará de R$ 21.896,27 para R$ 32.844,41, e o dos secretários estaduais, de R$ 20.743,72 para R$ 31.115,58.

Para entrar em vigor, a proposta precisa passar pela sanção do governador, Rodrigo Garcia (PSDB).