PT e PSB definem limite de 15 de junho para resolver impasses estaduais entre eles

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SÃO PAULO, SP, BRASIL, 08.04.2022 - Da esquerda para direita: o presidente do PSB, Carlos Siqueira, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, durante reunião a fim de discutir alianças para as eleições presidenciais de 2022. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 08.04.2022 - Da esquerda para direita: o presidente do PSB, Carlos Siqueira, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, durante reunião a fim de discutir alianças para as eleições presidenciais de 2022. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os presidentes do PT e do PSB, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), que será seu vice na chapa, fixaram o prazo de 15 de junho, em duas semanas, para resolver entraves das duas legendas nas disputas nos governos estaduais --inclusive São Paulo.

Ainda há indefinições nos palanques dos estados de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Pernambuco.

Esses estados foram tratados em reunião nesta terça-feira (31), em São Paulo. Segundo relatos, Lula e Alckmin delegaram aos presidentes dos dois partidos a missão de desatar esses nós.

O presidente do PSB, Carlos Siqueira, cobrou o desprendimento do PT em estados como Rio Grande do Sul e Espírito Santo, sinalizando a possibilidade de se esforçar pela retirada da candidatura do ex-governador Márcio França em São Paulo.

Em São Paulo, maior colégio eleitoral, o PT defende a candidatura do ex-prefeito Fernando Haddad, que lidera as pesquisas de intenção de voto no estado, enquanto o ex-governador Márcio França (PSB) resiste à ideia de desistir de ser candidato ao governo paulista.

"Óbvio que temos que fechar em r elação aos estados. Achamos que tem de ser de forma sistêmica e integrada. Não tem como resolver um estado e não outro. Queremos estar juntos em todos os estados. Está ai exatamente a nossa força", afirmou a presidente Gleisi Hoffmann (PT).

Para a petista, não há justificativas para o PT e PSB estarem em palanques diferentes nos estados onde ainda não há definições. "Entendemos que sair separado, enfraquece. Essa é uma eleição polarizadara. A tendência é que a polarização esteja nos estados", continuou a petista.

Carlos Siqueira afirmou ainda que, pessoalmente, nunca defendeu a ideia de pesquisa. "O critério deve ser o que é importante politicamente para fortalecer nossa unidade", disse.

"Achamos que o PT será um pouco generoso em compreender a situação do PSB e chegar em acordo em vários lugares", disse.

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