PT e PSB estabelecem 15 de junho como prazo final para zerar pendências nos estados

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

Em reunião nesta terça-feira com as presenças do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidatos a presidente e a vice, as direções do PT e do PSB acertaram a data de 15 de junho como prazo final para superarem os impasses entre os dois partidos nas disputas estaduais.

Leia: Bolsonaro diz que só participará de debates no segundo turno

Veja também: Lula deverá ir a debates no primeiro turno, mas quer redução no número de encontros

As alianças entre as duas siglas têm pendências em estados como São Paulo, Rio, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse após o encontro que o objetivo é chegar a um acordo em todos estados.

— Achamos que isso tem de ser de forma sistêmica e integrada. Não tem como resolver um estado e não resolver outro. Porque nós queremos estar juntos em todos os estados — afirmou a petista.

Eleições: Bivar lança pré-candidatura ao Planalto pelo União Brasil com correligionários trabalhando por Bolsonaro

Vídeo: Saiba como é o treino de agentes da PF que irão fazer segurança dos presidenciáveis

Lula e Alckmin não devem se envolver diretamente nas conversas para viabilizar os acordos.

— Quem está com a delegação para resolver isso são os presidentes de PT e PSB. O que eles querem é ser liberados para fazer a pré-campanha.

A principal aposta do PT é garantir uma unidade em São Paulo. O PSB tem como pré-candidato no estado o ex-governador Márcio França, enquanto os petistas apostam no ex-prefeito Fernando Haddad, que lidera as pesquisas.

Datafolha: 72% não acreditam que armas trazem mais segurança

Leia: PF compra veículos blindados para reforçar segurança dos candidatos

— Eu pessoalmente nunca defendi a ideia de pesquisa. Nós apoiamos candidatos do PT onde o PT não está em primeiro lugar. Temos que ver o que é importante politicamente para fortalecer a nossa unidade — disse Siqueira, citando o pré-candidato do PT ao governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

As divisões nos estados criam problemas para as viagens de Lula e Alckmin pelo país. Na quarta-feira, por exemplo, os pré-candidatos a presidente e a vice participarão de um ato no Rio Grande do Sul, onde PT e PSB possuem pré-candidatos. O petista Edegar Pretto irá. Já Beto Albuquerque, do PSB, não.

Na sexta-feira, a dupla visitaria Santa Catarina, outro estado onde há impasse entre os partidos. A viagem, porém, foi cancelada. No estado, o pré-candidato do PSB a governador é o senador Dário Berger. Já os petistas apostam em Décio Lima.

No Rio, o PT acertou o apoio a Marcelo Freixo (PSB), mas há um impasse por causa da vaga ao Senado. O deputado Alessandro Molon (PSB) almeja o posto. Já os petistas querem a candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano, e ameaçam rever o apoio a Freixo.

Há ainda pendências no Espírito Santo com as pré-candidaturas do atual governador, Renato Casagrande (PSB), e do senador Fabiano Contarato (PT).

— Achamos que o PT será também um pouco generoso em compreender a situação do PSB e a gente chegar a um acordo em vários lugares — afirmou Siqueira.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos