Putin intensifica ataques a Kiev e proíbe Boris Johnson de entrar na Rússia

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF, 14-11-2019: O presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Palácio do Itamaraty. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, 14-11-2019: O presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Palácio do Itamaraty. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A Rússia intensificou na madrugada deste sábado (16) os ataques aos arredores de Kiev, capital da Ucrânia. No 52º dia de guerra, o Kremlin também anunciou que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, está proibido de entrar em território russo.

De acordo com o prefeito de Kiev, Vitaliy Klitschko, ao menos uma pessoa foi morta nas explosões mais recentes. Ele também fala em feridos, que ainda estão sendo contabilizados e atendidos em um hospital da região.

Os ataques da Rússia no início do 52º dia de guerra se concentraram no distrito de Darnytskyi.

O Ministério de Defesa da Rússia afirma que foram utilizadas armas de longo alcance e alta precisão para atacar um prédio militar. De acordo com os russos, o local era uma oficina para equipamentos militares.

BORIS JOHNSON

O Kremlin anunciou neste sábado que o primeiro-ministro britânico Boris Johnson e outros políticos do Reino Unido estão proibidos de entrar na Rússia. A decisão foi tomada apos as sanções impostas por Londres a Moscou devido à guerra.

"Esta medida foi decidida em resposta à campanha midiática e política desenfreada que visa a isolar internacionalmente a Rússia e criar condições propícias para parar nosso país e estrangular a economia nacional", afirmou o Ministério das Relações Exteriores russo em um comunicado.

Além de Johnson, estão barradas as seguintes autoridades britânicas: o vice-primeiro-ministro Dominic Raab, a ministra de Relações Exteriores Liz Truss, o ministro da Defesa Ben Wallace, a ex-premiê Theresa May, além da primeira-ministra escocesa Nicola Sturgeon.

No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia diz que essa lista irá aumentar futuramente, "para incluir políticos e parlamentares britânicos que contribuem para estimular a 'histeria anti-Rússia'".

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