Putin pode declarar formalmente guerra à Ucrânia, dizem autoridades dos EUA

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  14-11-2019, 09h00: O presidente Jair Bolsonaro participa de evento (Diálogo com o Conselho Empresarial do BRICS) com os presidentes dos países do BRICS, Cyril Ramaphosa (Africa do Sul), Narendra Modi (Primeiro Ministro da Índia), Vladmir Putin (foto) (Rússia) e Xi Jinping (China) durante reunião de cúpula do grupo, no Palácio do Itamaraty. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 14-11-2019, 09h00: O presidente Jair Bolsonaro participa de evento (Diálogo com o Conselho Empresarial do BRICS) com os presidentes dos países do BRICS, Cyril Ramaphosa (Africa do Sul), Narendra Modi (Primeiro Ministro da Índia), Vladmir Putin (foto) (Rússia) e Xi Jinping (China) durante reunião de cúpula do grupo, no Palácio do Itamaraty. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O presidente russo, Vladimir Putin, pode declarar oficialmente guerra à Ucrânia em 9 de maio, acreditam autoridades dos Estados Unidos e de outros países do Ocidente. As informações foram divulgadas pelo CNN dos EUA.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2021, mas Putin e autoridades russas se recusam a definir o conflito como "guerra" e utilizam o termo "operação especial".

Segundo um relatório das autoridades ocidentais, a estratégia da Rússia de declarar guerra permitiria a mobilização total de forças de reserva num momento em que os esforços de controlar regiões ucranianas continuam a falhar.

Em 9 de maio é comemorado o Dia da Vitória na Rússia, quando russos derrotaram os nazistas em 1945. Não é a primeira vez que autoridades ocidentais sugerem que Putin vai aproveitar o significado simbólico e o valor de propaganda do 9 de maio para anunciar uma conquista militar na Ucrânia.

Durante todo o conflito, Putin e autoridades russas afirmaram estar numa suposta campanha de "desnazificação" na Ucrânia. Nesta semana, o chanceler russo Serguei Lavrov chegou a dizer que o fato do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, ser judeu não invalida o argumento.

"Hitler também tinha sangue judeu", afirmou Lavrov. A frase foi repudiada pelos governos israelense e alemão.

O discurso se apoia na política de Vladimir Putin de glorificar o passado soviético e estimular a imagem mítica de uma potência russa que continuaria em sua batalha fatal contra o nazismo, explicam especialistas.

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