Quaest: antipetismo é forte, mas menor que medo de um segundo mandato de Bolsonaro

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Pesquisa Genial/Quaest mostra que maioria dos eleitores temem um novo mandato de Jair Bolsonaro (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Pesquisa Genial/Quaest mostra que maioria dos eleitores temem um novo mandato de Jair Bolsonaro (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

Resumo da notícia

  • 52% dos eleitores temem um segundo mandato de Jair Bolsonaro

  • Segundo pesquisa Genial/Quaest, antipetismo ainda é forte, mas aflige menos os brasileiros que a reeleição de Bolsonaro

  • Levantamento mostra Bolsonaro como pré-candidato com maior rejeição

A nova pesquisa Genial/Quaest mostra que o sentimento de antipetismo ainda é forte no Brasil – o fator foi decisivo na eleição presidencial de 2018, quando Jair Bolsonaro (PL) venceu o então candidato Fernando Haddad (PT). No entanto, quatro anos depois, o temor de um segundo mandato bolsonarista é o que mais aflige os brasileiros.

O levantamento questionou os participantes do que eles têm mais medo.

  • Continuidade de Bolsonaro: 52%

  • Volta do PT: 35%

  • Os dois: 5%

  • Nenhum: 2%

  • Não sabe/não respondeu: 6%

O levantamento questionou os participantes se Jair Bolsonaro merece um segundo mandato e, para 62%, a resposta foi não – índice quatro pontos maior do que a pesquisa feita em maio. O número de eleitores que acreditam que o presidente merece a reeleição caiu de 39% para 36% em um mês.

Quando a pesquisa perguntou se Lula merecia voltar a ser presidente, 54% disseram que sim – variação de um ponto, dentro da margem de erro. Outros 43% disseram que não.

Rejeição

Jair Bolsonaro tem o maior índice de rejeição entre os pré-candidatos à presidência: 60%. Ciro Gomes aparece em seguida, com 52%, e Lula tem 40%. Enquanto a rejeição de Bolsonaro variou positivamente em um ponto, dentro da margem de erro, a rejeição de Lula caiu três pontos.

Os outros presidenciáveis, André Janones, Felipe D’Ávila, Simone Tebet e Luciano Bivar, têm baixa rejeição, mas são amplamente desconhecidos pelo eleitorado.

A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 5 de junho, quando foram ouvidos 2 mil eleitores por meio de entrevistas face-a-face. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03552/2022.

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