Queiroga acusa Doria de "palanque" com vacinação infantil e ironiza: "desista"

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    Empresário, jornalista, publicitário e político brasileiro, 37.º Governador de São Paulo
Queiroga acusa Doria de
Queiroga acusa Doria de "palanque" com vacinação infantil e ironiza: "desista" (Foto: AFP / Sergio LIMA)
  • Queiroga acusa Doria de "palanque" com vacinação infantil e ironiza: "desista"

  • Primeira criança imunizada foi um indígena em São Paulo de 8 anos de idade

  • Doses pediátricas chegaram ao Brasil na madrugada de quinta-feira (12)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, acusou o governador de São Paulo, João Doria, de fazer "palanque" com as doses pediátricas da vacina da Pfizer contra a covid-19.

"O político @jdoriajr subestima a população. Está com as vacinas do @govbr e do povo brasileiro em mãos fazendo palanque. Acha que isso vai tirá-lo dos 3%. Desista! Seu marketing não vai mudar a face da sua gestão. Os paulistas merecem alguém melhor", disse Queiroga nas redes sociais.

A mensagem do ministro foi publicada depois de a primeira criança ser vacinada em São Paulo.

Queiroga ainda citou ainda que os imunizantes chegaram em "tempo recorde" no Brasil. "As vacinas pediátricas chegaram ao Brasil em tempo recorde! Logo após autorização da agência reguladora a farmacêutica começou a produzir as doses e garantiu que esse era o melhor cronograma possível. O @minsaude garante que todos os pais que quiserem vacinar terão vacinas!", ressaltou o ministro. 

Davi Xavante, de 8 anos, indígena e morador de Piracicaba recebeu a primeira dose da Pfizer na tarde desta sexta-feira (14), no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Doria acompanhou o momento.

Apesar de o ministro dizer que as doses da Pfizer chegaram em "tempo recorde" no Brasil, já que o primeiro lote foi entregue na quinta, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o imunizante da Pfizer para a faixa etária de 5 a 11 anos no dia 16 de dezembro.

O governo, porém, ainda aguardou a realização de uma consulta pública sobre a vacina e uma audiência pública para só então dar início aos procedimentos para recebimento das doses pediátricas.

A consulta pública foi realizada para saber se a população era contra ou a favor da exigência de prescrição médica para a imunização das crianças. A maioria foi contra.

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