Queiroga acusa estados de imunizarem jovens com vacinas não autorizadas; 1 óbito é investigado

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Na imagem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Estados estariam administrando doses de vacinas que não têm autorização para serem dadas aos adolescentes, segundo Queiroga

  • Por isso, o ministro da Saúde afirmou que a orientação foi pela suspensão da vacinação

  • Explicações foram dadas em coletiva de imprensa

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta orientou a suspensão da imunização contra a covid-19 de adolescentes sem comorbidades porque os Estados estariam administrando doses de vacinas que não têm autorização para serem dadas à esta faixa etária. 

O ministro afirmou ainda que está em investigação se a morte de um adolescente tem relação com a imunização contra a covid-19.

A vacina da Pfizer é a que possui autorização para ser aplicada em adolescentes, mas, segundo o Ministério da Saúde, diversas localidades fizeram a imunização com doses da Astrazeneca, Coronavac e Janssen. Ainda de acordo com a pasta, nove adolescentes teriam recebido três doses de vacina. 

Queiroga destacou que foram identificados 1.545 eventos ou efeitos adversos entre os quase 3.500.000 adolescentes que receberam as doses nos últimos dias. 

O ministro reclamou ainda que os Estados não estão seguindo o que está determinado no Plano Nacional de Imunização (PNI) e iniciaram antes do previsto a vacinação de adolescentes.

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"A vacina que era pra começar hoje, os adolescentes de doze anos, sabe quantos já estão vacinados no Brasil? Quase três milhões e quinhentos mil adolescentes. Como é que nós conseguimos coordenar uma campanha nacional dessa forma?", afirmou em coletiva de imprensa.

O ministro cobrou, diversas vezes, que os Estados sigam o que está previsto no cronograma do PNI."Eu falo de maneira reiterada da importância de se observar as recomendações do Programa Nacional de Imunização. Nós precisamos falar o mesmo idioma, a mesma língua, senão nós não vamos progredir", ressaltou em coletiva de imprensa. 

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