‘Queiroga agiu como um marginalzinho ao mostrar dedo do meio em NY’, diz Omar Aziz

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 minuto de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Senador Omar Aziz, presidente da CPI da Covid
Senador Omar Aziz, presidente da CPI da Covid (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
  • Senador Omar Aziz diz que ministro da Saúde agiu como um 'marginalzinho' ao mostrar dedo do meio em NY

  • Marcelo Queiroga mostrou o dedo a ativistas que protestavam contra o governo de Jair Bolsonaro

  • Presidente da CPI da Covid no Senado deu entrevista criticando atitude do ministro

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), avaliou que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se comportou como “um marginalzinho” ao mostrar o dedo do meio a ativistas que protestavam contra o governo de Jair Bolsonaro em Nova York.

A declaração foi dada nesta segunda-feira (27) durante entrevista ao programa “Oito em Ponto” na Rádio Cultura FM.

Leia também:

“O Queiroga, que é médico, ele dá cotoco lá nos Estados Unidos para as pessoas, mostra o dedo do meio. Veja bem, olha o ministro da Saúde! Você espera isso de um marginalzinho, de uma pessoa sem qualificação nenhuma, mas de um ministro de Estado? Qual a diferença entre eles dois? Nenhuma”, declarou.

<p>Marcelo Queiroga está na comitiva brasileira junto com o presidente Bolsonaro, que discursará na ONU</p>
Marcelo Queiroga está na comitiva brasileira junto com o presidente Bolsonaro, que discursará na ON

“O presidente manda o cara estudar, ‘olha, estuda isso e já pode tirar a máscara’. Ele abre um estudo. É um cara ‘sim, senhor, não senhor’”, acrescentou.

Na semana passada, o ministro da Saúde mostrou o dedo do meio a manifestantes em Nova York, onde acompanhou a comitiva de Bolsonaro para a Assembleia-Geral da ONU. Cerca de dez pessoas gritavam “genocida” e “assassino” para o presidente em frente à residência da missão brasileira.

Omar Aziz também afirmou que a única diferença entre Queiroga e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello é que um usa farda, e o outro, bata.

Ainda segundo ele, aqueles que acharam que a CPI terminaria em pizza se equivocaram, pois todas as pessoas que cometeram crimes na pandemia da covid-19 terão que pagar pelos seus atos.

“Essa CPI não é igual às outras. Essa CPI estava na casa dos brasileiros”, disse. “Não era uma questão abstrata, é uma situação que o povo brasileiro viveu”, completou.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos