Queiroga culpa Pazuello por falta de vacinas para segunda dose

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A healthcare worker shows a woman to be vaccinated a syringe filled with a dose of the Sinovac COVID-19 vaccine, as part of the inoculation procedure, in Sao Joao de Meriti, Rio de Janeiro state, Brazil, Wednesday, April 28, 2021. (AP Photo/Silvia Izquierdo)
A healthcare worker shows a woman to be vaccinated a syringe filled with a dose of the Sinovac COVID-19 vaccine, as part of the inoculation procedure, in Sao Joao de Meriti, Rio de Janeiro state, Brazil, Wednesday, April 28, 2021. (AP Photo/Silvia Izquierdo)
  • O atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, culpou o anterior, Eduardo Pazuello, pela falta de vacinas

  • Seis capitais continuam com a vacinação interrompida por falta de doses

  • Pazuello havia liberado o uso de vacinas reservadas como segunda dose para serem aplicadas como primeira dose

Seis capitais ainda não retomaram a vacinação da segunda dose contra o coronavírus. O atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, culpou a estratégia do anterior, Eduardo Pazuello, que liberou todo o estoque disponível como primeira dose.

Para Queiroga, o atraso "decorre da aplicação da segunda dose como primeira dose". "Logo que houver entrega da Coronavac, [o problema] será solucionado", disse ele. A vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac dependem de duas doses aplicadas em 28 dias para a imunização completa.

As seis capitais que continuam sem vacinar são: Aracaju, Fortaleza, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e Rio de Janeiro.

Em fevereiro, Pazuello orientou as prefeituras a usar todo o estoque para garantir a primeira dose sem se preocupar com a segunda dose. "Com a liberação para aplicação de imediato de todo o estoque de vacinas guardadas nas secretarias municipais, vamos conseguir dobrar a aplicação", justificou.

Dias depois, o Ministério da Saúde voltou atrás e disse que os estados e municípios deveriam reservar a segunda dose da Coronavac. Após um mês, a pasta autorizou que todas as vacinas armazenadas pelos estados e municípios para garantir a 2ª dose fossem utilizadas imediatamente como 1ª dose.

O Ministério da Saúde não seguiu a recomendação dos especialistas, que determina que se deve guardar vacinas com prazo de validade relativamente curto e que exigem duas doses.

Em 26 de abril, o novo ministro, Marcelo Queiroga, foi ao Senado para dizer que a orientação mudou e que, agora, o Ministério pede para que os estados armazenem metade do estoque para usar na segunda dose.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que a distribuição das vacinas "depende da disponibilização dos imunizantes pelos laboratórios".

A pasta afirma que publica informes técnicos semanalmente com base no número de doses da vacina entregues pelos laboratórios, e pede para que estados e municípios sigam o Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19.

O ministério recomendou que aqueles que não tomaram a segunda dose dentro do prazo "completem o ciclo vacinal com os imunizantes do mesmo laboratório assim que disponível". Com informações do portal G1.

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