Queiroga defende volta às aulas presenciais e comemora 3,5 milhões de doses para professores

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Brazil's Health Minister Marcelo Queiroga (L) speaks next to Ze Gotinha, the mascot of the vaccination campaign against Covid-19 within the 'Paqueta Vaccinated' project, at Paqueta island in Rio de Janeiro, Brazil on June 20, 2021. - Rio de Janeiro Municipal Health Department, with the support of the Oswaldo Cruz Foundation (Fiocruz), is carrying out the project in the island to evaluate the effects of immunization on a large scale. (Photo by Andre Borges / AFP) (Photo by ANDRE BORGES/AFP via Getty Images)
Ministro Marcelo Queiroga comemorou 3,5 milhões de doses distribuídas para vacinação de professores (Foto: André Borges/AFP via Getty Images)
  • Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ser a favor da volta às aulas presenciais

  • Queiroga comemorou o envio de 3,5 milhões de doses para que os estados e municípios vacinem professores

  • Ministro da Saúde participou de seminário da ONU sobre reabertura segura das escolas

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se posicionou a favor da volta às aulas presenciais no Brasil. A declaração foi dada após a participação de Queiroga no Seminário de Reabertura Segura das Escolas, organizado pela Organização das Nações Unidas. 

Para isso, o governo federal afirma ter distribuído mais de 3,5 milhões de doses para os professores em todo o país. 

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"Sou defensor do retorno às aulas presenciais. Para isso, priorizamos a vacinação dos profissionais de educação no Brasil e já distribuímos mais de 3,5 milhões de doses p/ os nossos professores. Participei agora do Seminário de Reabertura Segura das Escolas, organizado pela ONU", escreveu Queiroga nas redes sociais após o encontro. 

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Segundo o ministro, além da vacinação, ele recomenda também a adoção de medidas não farmacológicas, como distanciamento e uso de máscara, além do plano de testagem para o retorno às aulas presenciais. 

"Vacinação avançando, medidas não farmacológicas, plano de testagem. É fundamental para que tenhamos uma segurança no retorno às aulas", declarou Queiroga após o seminário. 

Apesar de diversos estados terem incluído professores nas prioridades, não há previsão para que o Brasil comece a vacinar os alunos. 

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