Queiroga rebate sociedades de cardiologia e diz que tem coragem para fazer mudanças

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  • Marcelo Queiroga
    Médico brasileiro, Ministro da Saúde do Brasil
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  13-07-2021, 12h00: O ministro da Saúde Marcelo Queiroga. O presidente Jair Bolsonaro, ao lado do vice presidente Hamilton Mourão e dos ministros Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Paulo Guedes (Economia), durante solenidade alusiva à sanção da privatização da Eletrobrás, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 13-07-2021, 12h00: O ministro da Saúde Marcelo Queiroga. O presidente Jair Bolsonaro, ao lado do vice presidente Hamilton Mourão e dos ministros Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Paulo Guedes (Economia), durante solenidade alusiva à sanção da privatização da Eletrobrás, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em publicação nas redes sociais, o ministro Marcelo Queiroga rebateu críticas que tem recebido de sociedades de cardiologia por ter publicado portaria que reduziu os valores que podem ser pagos pelo Sistema Único de Saúde em materiais e procedimentos utilizados pelos profissionais da área.

Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, grupos de representação de cardiologistas têm falado em risco de desabastecimento de equipamento por causa da portaria. O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, Eduardo Rocha, disse que o preço a ser pago no marcapasso, por exemplo, foi reduzido de R$ 5,2 mil para R$ 2,7 mil.

Celso Amodeo, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (da qual Queiroga é presidente licenciado), falou em possíveis consequências nas ofertas de marcapassos, stents, desfibriladores e outros aparelhos de cirurgia cardíaca.

"Algumas empresas já avisaram que já não vão mais deixar em comodato os aparelhos nos hospitais. É uma preocupação nossa", disse Amodeo.

"Os hospitais que integram a rede de assistência de alta complexidade cardiovascular, tão relevantes aos brasileiros, não podem depender, exclusivamente, das margens de comercialização de materiais especiais. É um modelo que não se sustenta a longo prazo", escreveu Queiroga nesta terça-feira (28).

"Por isso, o Ministério da Saúde iniciou uma reestruturação desse modelo de remuneração. O primeiro passo foi a revisão e adequação dos valores de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) empregados na cardiologia e cirurgia cardiovascular. A economia gerada com essa ação será integralmente revertida na melhora da remuneração dos profissionais de saúde e dos hospitais", completou.

Ao finalizar o texto, o ministro disse que em breve anunciará novas medidas "para reforçar a assistência cardiovascular de alta complexidade e equalizar essas distorções e trazer sustentabilidade aos hospitais que atuam nesse segmento. São ações históricas que o governo do PR Jair Bolsonaro tem coragem pra fazer!"

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