Quem não tem crédito compra com consórcio: cotas crescem 12% e financiam até festa de casamento

Clássico dos tempos de crise, quando renda em baixa e juros em alta dificultam o acesso ao crédito, um velho conhecido volta a crescer como saída para o consumo. Há 60 anos no mercado brasileiro, o consórcio atrai mais cotistas este ano, mas não é mais o mesmo.

Está repaginado e, com a ajuda das inovações tecnológicas das fintechs, amplia a sua gama de ofertas. Para além dos tradicionais imóveis e veículos, também oferece de viagens a reformas residenciais.

O casal Luiz Henrique Fantini e Stefania de Albuquerque, de São Paulo, fez um consórcio pela primeira vez para cobrir as despesas do casamento. Sorteados no sétimo mês, marcaram a grande data para outubro.

Somente no primeiro trimestre, as vendas de novas cotas subiram 12% em comparação ao mesmo período de 2021, segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac). Os negócios somaram R$ 55,2 bilhões no período, avanço de 15,3%. Em março, o número de participantes ativos em consórcios chegou a 8,5 milhões.

Esta modernização atrai o público jovem, que tem mais dificuldade de acessar crédito por vias tradicionais e que ainda não tinha experimentado o modelo.

Os novos arranjos financeiros, como o uso de inteligência artificial e a possibilidade de cotas já pagas como garantia para empréstimos e investimento, podem ser conferidas na reportagem completa.

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