Réveillon 2023: público reclama de som do palco Copacabana

Pela primeira vez no réveillon de Copacabana, a tijucana Juliana Valente veio com os amigos para acompanhar a queima de fogos. Mesmo a fumaça da queima de fogos tendo "atrapalhado só no final", como avaliou, foi o sistema de som que recebeu a principal crítica da carioca sobre a organização da festa.

— Chegamos cedo para acompanhar os shows e o som só melhorou no show de Alexandre Pires. Escolhemos ficar perto da torre de som, e não dá para acompanhar bem os shows — contou Juliana, que acompanha a festa na altura da Rua Duvivier.

O som que vem direto do palco é o que se escuta da areia, com a sensação de que só o som dos instrumentos sai da torre de som posicionada na Avenida Atlântica.

–Mesmo assim, pretendo voltar no próximo réveillon — conclui, sorridente.

Amiga de Juliana, Beatriz Oliveira também ficou insatisfeita.

— Em alguns momentos o som ficou bom, mas depois parecia que desligava. A todo momento, parece que alguém pisou em um fio e causou um mal contato — observa.

Segundo a Riotur, mais de dois milhões de pessoas assistiram à queima de fogos em Copacabana, que durou 12 minutos. O número corresponde a dois terços do público total presente na cidade do Rio, que recebeu três milhões de pessoas.