Rússia fecha o gás à Europa a conta-gotas

A Rússia cortou o abastecimento de gás natural à Europa através do gasoduto de Yamal, conduta com mais de cinco mil quilómetros que atravessa Bielorrússia, Polónia e Alemanha. A medida foi tomada depois da subsidiária polaca da Gazprom ter sido colocada na lista de empresas sancionadas pelo Kremlin como retaliação às sanções impostas pelo Ocidente.

A Alemanha, uma das principais afetadas pelo encerramento da conduta, já garantiu que o fornecimento de gás ao país não está em perigo e o ministro da Economia, Robert Habeck, lamentou que "as ameaças do uso de gás e petróleo como arma estivessem a tornar-se realidade".

Apesar de condicionar o mercado energético na Europa e de provocar um aumento no preço do gás, a medida é mais política do que disruptiva. O impacto no abastecimento será mínimo uma vez que o Yamal é apenas um de quatro gasodutos que liga a Rússia à Europa ocidental e praticamente não tem sido utilizado nos últimos meses.

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