Rússia proíbe entrada de funcionários do alto escalão dos EUA

·1 minuto de leitura
(COMBO) Esta combinação de imagens de arquivo criada em 17 de março de 2021 mostra O presidente russo, Vladimir Putin (L), durante sua coletiva de imprensa anual em Moscou em 19 de dezembro de 2019, e o presidente dos EUA, Joe Biden, falando sobre o aniversário do início da pandemia Covid-19, a Casa Branca em Washington, DC, em 11 de março, 2021. Ambos os países vivem uma série de retaliações diplomáticas e uma escalada de tensão após sanções de ambos os lados a altos funcionários de seus governos.

A Rússia anunciou que impedirá a entrada no país de vários funcionários do alto escalão do governo dos Estados Unidos, incluindo o diretor do FBI, o diretor de Inteligência, o procurador-geral e o conselheiro de segurança interna.

O chefe da agência penitenciária federal e dois altos funcionários do governo Donald Trump também estão proibidos de entrar: o ex-Conselheiro de Segurança Nacional e o ex-diretor da CIA.

O diretor da Agência Federal de Investigação (FBI), Christopher Wray, a Conselheira de Segurança Interna, Susan Rice, a Diretora de Inteligência, Avril Haines. O secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, o procurador-geral, Merrick Garland, e o chefe da agência penitenciária federal, Michael Carvajal.

O Ministério de Relações Exteriores russo considera que todos eles "participaram da implementação da política anti-russa" dos Estados Unidos, assim como as ex-altos funcionários de Trump, John Bolton (assessor de Segurança) e Robert J. Woolsey (que foi diretor da CIA).

Normalmente a lista de pessoas declaradas "non grata" é confidencial, mas a Rússia disse que decidiu torná-la pública devido ao "caráter sem precedentes" da crise diplomática entre os dois países.

alf/apo/fjb/jz/mis/gf/mvv