Rafael Cardoso fala do implante de CDI no coração e do risco que viveu de sofrer uma parada cardíaca

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Em uma live na noite desta terça-feira no Instagram, o ator Rafael Cardoso contou como foi seu procedimento de implantar um CDI (Cardioversor-Desfibrilador Implantável) por conta de uma miocardiopatia hipertófica, diagnosticada este ano. O dispositivo é um tipo de marca-passo que, caso ocorra uma arritmia com risco de morte súbita, dá um choque direto no coração revertendo o que seria uma parada cardíaca.

Conversando com o cardiologista Eduardo Saad, responsável pelo implante de seu CDI, o ator contou que já havia perdido quatro familiares por morte súbita. Cardoso disse que a descoberta da miocardiopatia hipertófica (doença em que os músculos cardíacos tornam-se anormalmente espessos) após ser diagnosticado com Covid-19.

O ator disse que, por medo do histórico cardiáco familiar, sua mulher, a atriz Mariana Bridi, e sua sogra insistiram para que ele fizesse uma bateria de exames, diante do risco de problemas causados pelo coronavírus. O resultado dos exames mostrou que o coração do ator estava com 20 milímetros de hipertrofia e 14% de fibrose.

— Eu nunca senti nada, fazia muita atividade física. Jogava futebol três vezes por semana, nadava, fazia crossfit, corria. Também tinha uma rotina de trabalho intensa. Quando peguei o resultado dos exames vi que era uma bomba relógio que poderia explodir a qualquer momento — contou Cardoso.

O ator, que está no quarto dia pós-cirurgia, mostrou o aparelho digital que monitora o CDI, e que recebe informações do coreção toda madrugada. Cardoso também mostrou o local da cirurgia sob a camisa, ainda com curativo.

— É importante dizer que a vida vai seguir normal, em breve quero voltar a fazer o que eu gosto, que é acordar às 5h da amnhã, correr na praia e dar um mergulho no nascer do sol. É uma tecnologia que pode previnir uma morte súbita, então temos mais é que usar.