Rafael Ilha sobre coronavírus: “Venderam um elefante e chegou uma capivara”

·3 min de leitura
Rafael Ilha em carreata de apoio ao presidente (Foto: Arquivo Pessoal)
Rafael Ilha em carreata de apoio ao presidente (Foto: Arquivo Pessoal)

Rafael Ilha foi flagrado em manifestações a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no último fim de semana em São Paulo. O artista é contra o isolamento social horizontal e por isso pede o impeachment do governador paulistano João Doria e do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

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Em entrevista ao Yahoo!, Ilha contou que foi aos protestos com a esposa, a filha, a mãe e a sogra. Segundo ele, todos usaram máscara de proteção e álcool em gel para higienizar as mãos.

O campeão da décima edição do reality ‘A Fazenda’ acredita nas recomendações para evitar a propagação do coronavírus, mas acha que o discurso tem sido usado de maneira exagerada para alimentar uma briga entre os governadores e o presidente do Brasil.

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“Na minha opinião, existem números superfaturados tanto de mortes quanto de um monte de coisa. Venderam um elefante branco e na verdade chegou uma capivara, uma coisa bem menor. Aproveitaram o momento e virou essa briga política”, afirma o ex-Polegar.

Rafael e a esposa, Aline Kezh (Foto: Arquivo pessoal)
Rafael e a esposa, Aline Kezh (Foto: Arquivo pessoal)

Rafael afirma que teria condição de ficar em isolamento por até dez anos, mas se preocupa com as pessoas que perderam seus empregos e estão com as geladeiras vazias. Ele defende o retorno das atividades aos poucos. e diz que o governador João Doria está propondo uma “quarentena eterna”, o que faria a economia quebrar.

“Ficar em casa a gente fica, o problema são as contas que não param de chegar. Tem luz, telefone, aluguel, condomínio. Estão falando da quarentena de 15 em 15 dias, mas vai até a primeira semana de agosto. Já são 12 milhões de desempregados nessa história. É um jogo político. Muitas pessoas desempregadas, sofrendo por uma briga que a gente não tem nada a ver”, avalia.

Criticado por muitos nas redes sociais, Ilha diz que não tem medo da reação popular e continuará lutando por sua liberdade de expressão. Além de pensar nos desempregados, o artista revela que saber a situação financeira de outros músicos o motivou a ir às ruas nos dias de protesto.

“Isso está acabando com a vida de vários músicos, produtores independentes. Muitos amigos meus estão pedindo para ajudar divulgar as lives porque não têm o que comer em casa. Eles dependem da noite. A maioria está enfrentando dificuldades, mas têm medo de reações populares opostas ou não podem falar porque estão presos a contratos”, defende.

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