Rafinha, do Flamengo, projeta encontro com Liverpool: 'Temos que fazer o jogo das nossas vidas'

Marcello Neves
Rafinha comemora vaga na final do Mundial de Clubes

Presente nas jogadas de dois gols do Flamengo, Rafinha foi um dos responsáveis pela virada rubro-negra sobre o Al-Hilal, nesta terça, em Doha. Ao comentar a partida, o lateral-direito creditou ao aspecto psicológico o mau começo do time no jogo.

— Todo jogo decisivo é assim. O corpo tá bem, mas o psicológico atrapalha um pouco. A gente sabe que esses jogos envolvem muita coisa. Ficamos felizes de ter feito um segundo tempo melhor que o primeiro. Não a toa eles são os campeões da Champions Asiática. Fizemos um segundo tempo melhor e estamos classificado para a final — analisou o camisa 13 rubro-negro.

O Flamengo se comportou como duas equipes distintas em cada tempo. No primeiro tempo, foi ineficaz na frente e deu muitos espaços atrás. Após o intervalo, melhorou a marcação e levou mais perigo ao gol árabe. Apesar da oscilação ter deixado a torcida preocupada, Rafinha acredita que o jogo desta terça não serve de parâmetro para a final. A expectativa é de que ela seja contra o Liverpool, que nesta quarta enfrenta o Monterrey, do México.

— É uma final, temos que fazer o jogo das nossas vidas. Em final pode acontecer tudo. Eles jogam junto há muito tempo. Mas é o Mundial, maior competição de clubes que existe. Vamos descansar esses dias, nos preparar, porque o Mister vai organizar a gente — comentou Rafinha, que já conquistou esta taça em 2013, pelo Bayern de Munique.

— Fico feliz de ja ter conquistado o Mundial em 2013. Fico feliz de participar outra vez. Espero que possamos ter um final feliz na final.