Raio-X: por onde podem sair os gols de Flamengo e Athletico

Após se encontrarem pelas quartas de final da Copa do Brasil, Flamengo e Athletico voltam a se enfrentar. Desta vez, pela final da Libertadores. E quando a bola rolar às 17h (de Brasília), no Monumental de Guayaquil, no Equador, ambos os rubro-negros precisarão encontrar meios para furar o bloqueio adversário e balançar as redes. Mas qual seria o caminho mais apropriado?

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Sabendo disso, o GLOBO montou um raio-x para analisar todos os gols sofridos por Flamengo e Athletico desde as chegadas dos treinadores Dorival Júnior e Luiz Felipe Scolari, respectivamente, para indicar a rota a ser seguida para conquistar o título internacional. Cada um deles tem seus méritos para estar na decisão da Libertadores, mas também há fragilidades a serem exploradas.

Dos 28 gols sofridos pelo Flamengo desde que Dorival Júnior chegou, é preciso ficar de olho no canto em que Santos levou a maioria dos tentos — o inferior direito, onde 16 bolas ultrapassaram naquele setor.

Já no caso do Athletico, os erros individuais da defesa são o principal alvo de preocupação. No caso, oito tentos já foram originados por falhas individuais desde que Felipão assumiu o comando da equipe paranaense. Ao todo, foram 45 gols sofridos desde que o treinador foi contratado.