Rampage Jackson desdenha de Hall da Fama do UFC: "Me homenageie com um cheque"

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AUBURN HILLAS, MI - NOVEMBER 20:  Quinton 'Rampage' Jackson fights against Lyoto 'The Dragon' Machida during their Light Heavyweight bout part of UFC 123 at the Palace of Auburn Hills on November 20, 2010 in Auburn Hills, Michigan.  Jackson won the fight by minimal decision.  (Photo by Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)
Histórico ex-campeão dos meio-pesados criticou a homenagem e cobrou mais atenção aos lutadores aposentados. Foto: (Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)

Conhecido por sua personalidade um tanto quanto excêntrica, o lutador americano Quinton 'Rampage' Jackson, ex-campeão dos pesos meio-pesados do UFC fez história no princípio da organização ao lado de Wanderlei Silva, Chuck Liddell, Rashad Evans e outras personalidades do mundo das lutas. O que o coloca, sem sombra de dúvidas, em um seleto grupo de lutadores icônicos.

A polêmica da vez, entretanto, é sobre a possível homenagem do Ultimate a Jackson em colocá-lo no Hall da Fama da organização, onde já estão Chuck Liddell, Rashad Evans, Kazushi Sakuraba, Forrest Griffin, BJ Penn e outros. Sua justificativa é de que a homenagem não valoriza os lutadores assim como acontece no Hall da Fama da NFL e da MLB, por exemplo.

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Rampage, em entrevista ao podcast The MMA Hour, disse que "Não (aceitaria), eles que se f***. Eu não luto por nenhum Hall da Fama. O que você ganha estando no Hall da Fama? Me homenageie com um cheque, p***. Lutadores de MMA não são como jogadores de futebol americano ou de beisebol, não recebemos pensão nem nada do tipo. Esses caras entram no Hall da Fama e têm pensões e toda essa m***. Me homenageie com um cheque. Eu tenho muitas lesões e dores por ganhar muito dinheiro pro UFC, vender muito pay-per-view e muitos ingressos. Pra que eu me importaria com a p*** do Hall da Fama? Não lutei para ser famoso".

A declaração polêmica não surpreende, uma vez que sua relação com o UFC nunca foi de harmonia. Depois do Pride, o lutador fechou contrato com o World Fighting Alliance, que acabou sendo comprado pela Zuffa, empresa dona do UFC.

Durante o período que teve contrato com o UFC, Rampage Jackson foi forte reclamante sobre o tratamento que recebia da organização e também sobre possíveis boicotes aos seus patrocinadores e a exibição das marcas durante as lutas.

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