Randolfe associou Alckmin a nazismo em 2012, mas hoje diz que errou

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***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 19/12/2021 - O senador Randolfe Rodrigues. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Membro da coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) escreveu nas redes sociais em 2012 que o então governador de São Paulo Geraldo Alckmin (hoje no PSB) poderia "adotar a suástica como símbolo de seu governo". O ex-tucano deverá ser o vice de Lula na campanha presidencial de outubro.

Randolfe fez o comentário por ocasião da desocupação do Pinheirinho, reintegração de posse em São José dos Campos que ficou marcada por denúncias de violações de direitos humanos por policiais militares contra as 1.600 famílias no terreno.

Resgatado, o tuíte foi compartilhado nesta terça-feira (19) por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) e usuários de esquerda contrários à aliança entre Lula e Alckmin.

O senador disse à coluna Painel, da Folha de S.Paulo, que sua publicação há dez anos foi uma reação diante da tragédia e que carregou nas tintas.

"Não tenho dúvida do compromisso do governador Alckmin com a democracia", diz o parlamentar. "Em 2012, nem Randolfe nem o Brasil sabiam o que era o fascismo". Ele lembra que o Governo de São Paulo, à época, instaurou uma investigação sobre eventuais abusos na operação policial.

Para ele, a reação nas redes sociais ao seu tuíte de 2012 parte de dois grupos de pessoas: de um lado, "os defensores do verdadeiro fascismo", e de outro, "os que não enxergam que a frente única representada por Lula e Alckmin é a única capaz de frear a onda fascista em curso no Brasil".

Segundo Randolfe, esse segundo grupo não percebeu "que as eleições de outubro serão um plebiscito sobre a continuidade sobre o nosso modo de vida democrático e sobre a revogação da Constituição de 1988".

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