PK lidera as paradas com música ao lado de Felipe Araújo e grava hino para o Flamengo

Isabella Cardoso
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Foto: madmonkey
Foto: madmonkey

Desde quando estourou com o hit “Quando a vontade bater”, no ano passado, PK vem mostrando toda sua versatilidade na música. Já lançou funk, rap, pop, pagode e, agora, investe no sertanejo com o single “Qual é dessa mina?”, ao lado de Felipe Araújo. Recentemente, o rapaz, de 23 anos, ainda deu pinta de modelo estrelando seu primeiro ensaio para a grife de moda praia Águas do Brasil e soltou a voz no hino da equipe de Free Fire, jogo de tiro e sobrevivência, do Flamengo, seu time do coração. O cara não para!

— Sou flamenguista doente desde pequeno. Foi uma honra esse convite do time — comemora o carioca, que adora jogar bola: — Eu dava aulas de futebol. Na verdade, dou até hoje. Era meu sonho de moleque ser jogador — destaca.

Se o plano de ser atleta não foi em frente, o de ser cantor deu muito certo. Nascido e criado no Tijolinho, na Ilha do Governador, PK começou nas batalhas de rima e diz que vive a vida que desejava.

— “Quando a vontade bater” foi um divisor de águas na minha carreira, me levou a lugares que eu nunca tinha ido, a números que eu nunca imaginei. Sempre fui bem sonhador, mas sentir na pele é diferente. Atingir isso tudo é viver um sonho — reflete.

Realizado, o cantor celebra outro feito: a música com Felipe Araújo está entre as mais tocadas nas rádios do Rio.

— A minha base sempre foi o rap e o funk, mas curto bastante mesclar todos os gêneros, desde o rock até o axé. O sertanejo era um desafio que ainda não tinha alcançado. Já sou fã há bastante tempo do Felipe Araújo e virei mais ainda depois que o conheci. A música já está em primeiro lugar nas rádios cariocas. É uma felicidade incrível! — celebra ele, que registra: — Sou sempre grato, mas nunca satisfeito. Ainda tenho muitas conquistas pela frente. Acredito que é só o começo, sou só um bebê nessa estrada.

Uma das conquistas...

...de PK este ano seria viajar pela Europa e pelos Estados Unidos fazendo shows. Para isso, teria que enfrentar um grande medo.

— Nunca saí do país. Tenho medo de avião pra caramba. Toda vez que viajava, eu enfrentava. Eu faria a turnê na Europa em agosto e, depois, iria aos Estados Unidos em dezembro. Tive que adiar e fiquei bem triste. O pessoal já tinha até me tranquilizado para viajar. Ia tomar um remedinho para dormir — diz o cantor.

Além de cantar...

...o carioca também vem se aventurando como modelo. Ele é o “muso” de uma coleção de bermudas para o verão 2021.

— Foi minha primeira vez trabalhando com moda. Eu estava meio tímido, mas me abraçaram de uma forma incrível. Depois eles até me perguntaram se eu toparia desfilar, mas eu falei que estou iniciando ainda, tenho que fazer umas aulinhas, ficar mais seguro e talvez a gente pense nisso no futuro. Mas, por enquanto, estou meio devagar (risos) — confessa.

Antes da quarentena...

...o cantor estava fazendo mais de 30 shows por mês e conta que sua equipe terá trabalho para, futuramente, reagendar as mais de cem apresentações que foram adiadas por causa da pandemia do coronavírus.

O apelido PK vem...

...da infância. Nascido Pedro Henrique Pereira Bendia, o cantor era chamado pelos pais de Pequinho, uma variação carinhosa de Pedrinho:

— Um amigo foi me convidar para brincar na rua e escutou meus pais falando. Espalhou para a rua toda e ficou assim pra sempre. Teve uma época em que todo mundo botava só duas letras no nome, aí virou PK.