Ratinho detalha assalto a escritório e diz que contratará seguranças armados

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SAO PAULO, SP, BRASIL. 29/09/2018. O apresentador Ratinho. (foto: Rubens Cavallari/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O apresentador Ratinho, 65, sofreu um assalto em seu escritório nesta última sexta-feira (17) em São Paulo. Ele não estava no local. A ação foi rápida e ninguém se machucou. Os bandidos buscavam por pertences de valor.  

Segundo ele, pelo menos cinco homens armados entraram na casa com luvas e máscaras. Eles tinham uma cópia do controle do portão automático. Na sequência, pegaram celulares, dinheiro e pediram que os funcionários, com arma na cabeça, fizessem transferências por Pix para eles. Ratinho não estava. 

"Eu ando de carro blindado, tento de todas as formas fazer a segurança da minha casa. Eles abriram o portão, eles tinham o controle. Se alguém entrar na minha casa, eu vou defender os meus filhos com arma, não quero nem saber. Tenho em casa", disse ele em entrevista ao Brasil Urgente (Band). 

Ratinho deixou claro que tudo não passou de um susto e que agora pretende contratar mais seguranças armados para esse local. Ele não mora lá, mas já usou o local como residência em outras ocasiões. É lá que é gravado um programa de rádio. 

"Colocaram armas na cabeça dos funcionários. Não fizeram nada, só amarraram o pessoal, trancaram, levaram celulares, tentaram saber se tinha cofre", disse. 

Na última quarta (15), Ratinho já havia ficado no centro das atenções após sugerir em seu programa de rádio que a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN), 33, seja metralhada. 

Ele fez a sugestão ao discordar da proposta da parlamentar para retirar os termos "marido e mulher" das celebrações dos casamentos civis. Ratinho também fez ataques machistas à deputada. 

"Natália, você não tem o que fazer?", perguntou o apresentador, ao vivo, no programa Turma do Ratinho. "Vai lavar roupa, costurar a 'carça' do seu marido, a cueca dele. Isso é uma imbecilidade, querer mudar esse tipo de coisa", disse, com o apoio dos demais participantes. 

Depois, ao ouvir que a parlamentar defenderia os termos "filiação 1" e "filiação 2" nas certidões de nascimento das crianças, Ratinho prosseguiu: "Tinha que eliminar esses loucos. Não dá para pegar uma metralhadora"? Os termos "filiação 1" e "filiação 2", no entanto, não fazem parte do projeto da parlamentar.

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